Vende de tudo: faróis, aquedutos, mercados, conventos, museus, cinemas, palácios históricos sem uso, uma praia no Lago Como, um campo de golfe na Ilha de Albarella, linhas ferroviárias, o porto de hidroaviões em Ostia (onde apareceu assassinado Pier Paolo Pasolini), pelo qual pede seis milhões de euros), uma antiga base de mísseis, espaços naturais nos Dolomitas …
Dolomitas
A lista definitiva ainda não é conhecida, nem o montante total que pode atingir.
Alguém, por cá, pensou em algo parecido?
Poderá ser uma maneira de Sócrates cumprir as ordens da EU de redução do défice sem, por exemplo, ter que congelar salários e pensões e acabar com subsídios sociais?
Era uma boa altura se existe um inventário estatal completo e único de bens públicos.
Penso que não, que cada ministério e cada organismo tem o seu.
Talvez valesse a pena fazer um único, geral, ver se entre esses bens há alguns desocupados, abandonados, sem uso e comprovar se realmente há algum ou quaisquer trastes para vender na feira.
Como estará este negócio da C.M.L.?




1 comentário:
Eis uma boa ideia que Portugal devia seguir. Vender tudo, excepto as pontes, não que precisemos delas para atravessar para a outra banda, vamos precisar delas para dormir debaixo.
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