
Mourinho -“Mou” para os amigos, ainda que, pelo que me é dado saber, não tenha muitos – vai ganhar dez milhões de euros por temporada.
Ou seja, 27.397 € por dia.
Ou se o preferirem, 1141 € por hora – por todas as horas, incluindo aquelas que dedique a dormir, a “transar”, a tomar banho ou fazer outras porcarias no WC, ou até a fazer os deveres com os seus filhos -.
Converter-se-á, assim, num miliar por hora.
Tudo isto depois do Real Madrid ter pago a cláusula de rescisão – terão sido os dezasseis milhões? -.
Vá-se lá saber.
Neste momento, dado que tenho andado um pouco ausente, não sei se Dominique Strauss-Kahn, o presidente do FMI, terá chamado Florentino Pérez ou se mandou puxar-lhe as orelhas, exigindo contenção nestes momentos difíceis que atravessamos.
Se não o fez, estou certo de que o fará de imediato logo que leia isto.

Do mesmo modo, tenho a certeza de que os mercados financeiros, começando pelo maior banco espanhol, o Santander e a maior caixa de aforro do país vizinho, a Caja Madrid – patronos do patrão do Real Madrid), vão retirar de imediato a sua confiança ao clube merengue, com o pânico instalado quanto ao futuro e vão encarecer os encargos financeiros, quiçá até limites insuportáveis.
Joaquin Almunia, Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e o mexicano Angel Gurria, Presidente da OCDE, tenho a certeza que intervirão de imediato para pedir rigor orçamental e uma reforma para a sua política laboral, tanto mais que chutou, sem qualquer consideração, o Guti, com um “saco de caramelos” na mão.
É possível que Obama talvez não se decida a telefonar a Florentino, mas fá-lo-á quando se confirmarem as contratações de Di Maria e de Maicon, por outra quantidade desmesurada e milionária.

E se lhe juntarmos David Luís, ou Ribéry, ou outra estrela semelhante, não estranharia que enviassem Hillary Clinton ou o vice-presidente Biden para resolver o conflito pessoalmente.
A imprensa está implacável dedicando há vários dias a delapidação de dinheiro, a imoralidade destas cifras nos tempos que correm e, sem dúvida, acicatados pela emulação dos adversários.
Mas o que mais expectativas me alimenta e desperta, é ver a reacção dos cidadãos, do povo.
Não tenhamos dúvidas de que os sócios do Real Madrid, os primeiros prejudicados, debandarão em grande número do clube, indignados ante a política do esbanjamento e luxo incrementada pelo seu presidente.
Parece-me que a maioria são reformados, desempregados, jovens miliares (por mês, não por hora), operários e, não poderão aceitar, esta sumptuosidade despudorada.

Será que a “debandada” se acolitará no Atlético de Madrid?
u no vizinho Alcorcón?
Haverá distúrbios no Santiago de Bernabéu e incendiarão o estádio?
Será uma ocasião irrepetível para a imprensa e fotógrafos e a altura de indagarem o fundo do coração humano: trabalhadores decepcionados, donas de casa furibundas, estudantes raivosos, anciãos lacrimejantes queimando o cartão de sócio ao fim de cinquenta anos de fidelidade.
Poder-se-á escarafunchar as contradições da alma humana: a emoção de umas cores contraposta à sensatez de uma política.
Ouvi uns zunzuns sobre uma leve abordagem ao televisivo psicólogo Paulo Sargento …
Talvez tenha chegado o momento fulcral de dizer, BASTA!!!
.
Ou seja, 27.397 € por dia.
Ou se o preferirem, 1141 € por hora – por todas as horas, incluindo aquelas que dedique a dormir, a “transar”, a tomar banho ou fazer outras porcarias no WC, ou até a fazer os deveres com os seus filhos -.
Converter-se-á, assim, num miliar por hora.
Tudo isto depois do Real Madrid ter pago a cláusula de rescisão – terão sido os dezasseis milhões? -.
Vá-se lá saber.
Neste momento, dado que tenho andado um pouco ausente, não sei se Dominique Strauss-Kahn, o presidente do FMI, terá chamado Florentino Pérez ou se mandou puxar-lhe as orelhas, exigindo contenção nestes momentos difíceis que atravessamos.
Se não o fez, estou certo de que o fará de imediato logo que leia isto.

Do mesmo modo, tenho a certeza de que os mercados financeiros, começando pelo maior banco espanhol, o Santander e a maior caixa de aforro do país vizinho, a Caja Madrid – patronos do patrão do Real Madrid), vão retirar de imediato a sua confiança ao clube merengue, com o pânico instalado quanto ao futuro e vão encarecer os encargos financeiros, quiçá até limites insuportáveis.
Joaquin Almunia, Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e o mexicano Angel Gurria, Presidente da OCDE, tenho a certeza que intervirão de imediato para pedir rigor orçamental e uma reforma para a sua política laboral, tanto mais que chutou, sem qualquer consideração, o Guti, com um “saco de caramelos” na mão.
É possível que Obama talvez não se decida a telefonar a Florentino, mas fá-lo-á quando se confirmarem as contratações de Di Maria e de Maicon, por outra quantidade desmesurada e milionária.

E se lhe juntarmos David Luís, ou Ribéry, ou outra estrela semelhante, não estranharia que enviassem Hillary Clinton ou o vice-presidente Biden para resolver o conflito pessoalmente.
A imprensa está implacável dedicando há vários dias a delapidação de dinheiro, a imoralidade destas cifras nos tempos que correm e, sem dúvida, acicatados pela emulação dos adversários.
Mas o que mais expectativas me alimenta e desperta, é ver a reacção dos cidadãos, do povo.
Não tenhamos dúvidas de que os sócios do Real Madrid, os primeiros prejudicados, debandarão em grande número do clube, indignados ante a política do esbanjamento e luxo incrementada pelo seu presidente.
Parece-me que a maioria são reformados, desempregados, jovens miliares (por mês, não por hora), operários e, não poderão aceitar, esta sumptuosidade despudorada.

Será que a “debandada” se acolitará no Atlético de Madrid?
u no vizinho Alcorcón?
Haverá distúrbios no Santiago de Bernabéu e incendiarão o estádio?
Será uma ocasião irrepetível para a imprensa e fotógrafos e a altura de indagarem o fundo do coração humano: trabalhadores decepcionados, donas de casa furibundas, estudantes raivosos, anciãos lacrimejantes queimando o cartão de sócio ao fim de cinquenta anos de fidelidade.
Poder-se-á escarafunchar as contradições da alma humana: a emoção de umas cores contraposta à sensatez de uma política.
Ouvi uns zunzuns sobre uma leve abordagem ao televisivo psicólogo Paulo Sargento …
Talvez tenha chegado o momento fulcral de dizer, BASTA!!!
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3 comentários:
Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Bjus
Momentos difíceis é uma força de expressão para levar o pobre a pagar.
Aprendi muito
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