O VIDEIRINHO

quinta-feira, agosto 07, 2008

DIVÓRCIOS


O Verão é a época de relax, de férias, mas também de discussões, porque os casais passam mais tempo juntos.

Como sempre, as estatísticas, se existem são feitas como habitualmente … uns dizem que o mês com mais divórcios é o de Janeiro, outros que é depois do Verão.

Divergências aparte, como sobreviver à crise?

É verdade que o casal também se deve renovar ou morrer?

Ao longo do tempo, as relações do casal têm que superar um sem-fim de obstáculos e contratempos.

Não obstante, cada um dos membros nem sempre tem a clareza de como afrontá-los e resolvê-los.

Uma relação de casal implica a aceitação de uma série de responsabilidades, assim como o reconhecimento de que a relação vai exigir mudanças ou ("nuances") matizes, constantes e contínuos.

É por isso, para que resulte tudo possível, que cada um tem que ser imprescindível e adaptar-se ao tempo e ao espaço actual.




É essencial aprender a fazer frente ás mudanças que se vão produzindo na realidade diária da relação.

Isto ajuda a que ambos possam sentir-se mais cómodos na relação e mais unidos.

Algumas pessoas pensam que a relação do casal deve continuar como sendo um princípio.

Ás vezes este tipo de pessoas não entende o dever da relação e, devido ás mudanças surgidas, frustram-se e não duvidam em lançar-se numa nova relação.

É como se mantivesse o desejo de continuar a lua de mel, que uma vez teve, como uma constante.

Alguns casais têm medo das mudanças e consideram qualquer possibilidade de caminhar numa direcção diferente, é algo ameaçador.

Mas as mudanças em qualquer relação dum casal são inelidíveis e inelutáveis.

Quando um membro resiste a eles, pode provocar um distanciamento, já que uma das pessoas está a assumir e a afrontar as mudanças que se vão produzindo inexoravelmente; sem dúvida que o outro membro vai ficando mais ou menos "atolado".

Neste caso, chega um momento que um dos membros do casal pode aperceber-se de que os seus interesses, gostos, objectivos … são muito diferentes dos do outro parceiro e é difícil reconciliá-los.

Por vezes deixou-se passar tanto tempo antes de observarmos a realidade da relação que, quando se faz, pode ser demasiado tarde.

Frequentemente isto chega a afectar a vida sexual do casal …

Para que uma relação se aprofunde e se fortaleça, há que fazer frente ás mudanças com firmeza, criatividade e confiança.

Devem e podem supor um aliciante manter viva a relação e não perder-se na monotonia, que sempre foi espreitada.

As relações dependem essencialmente da actualização das duas partes, da negociação e dos ajustes, para se sair airosamente.

Aqui está a chave da felicidade, sabendo ser flexível e sobretudo terem uma sobredose de compreensão e carinho.

Por que deve ter ou manter as relações sexuais ás escuras?

À noite e não durante o dia?

Na cama e por que não no sofá, na banheira ou na carpete?

Numa cadeira, ou mesmo no carro já estacionado na garagem e que não dá tempo, para chegar a outro local?

Vou ser acusado de tarado sexual … mas por que não em cima da mesa da sala ou outra?

Há algum sítio especial para se desfrutar o sexo?

Utilize-o!

Não esqueçam, o pénis é a chave da felicidade desde que usado na fechadura certa, ás horas incertas, nos locais mais incríveis que entonteçam os dois tontos, que caiem por ... amor!!!

Tiveste uma relação de casal duradoira?

Como a conseguiste e alimentaste?

No Verão e em férias discutiste?

Como consegues afrontar as mudanças?

Mudaste muito desde o início da relação?

Por que não mudaste de par?

Por que te dás com o teu par?

Por que não tiveste rupturas?

Isto é que é o difícil.

Arranjar outra(o) é fácil …


2 comentários:

Daniel disse...

José Torres

Os casamentos, de papel passados é os outros, tem sempres dias menos fáceis. Tem de haver duas pessoas, necessaria de bom senso, que saibam se cordatos. Não abandalhar a união é de adultos bem formados. Até mesmo sexualmente!
Daniel

Mariazita disse...

Ó amigo Zé, então venho eu aqui só espreitar se já tinha regressado para lhe dar um abraço de boas vindas, e vejo posts de todos os dias???!!!
Quer dizer, vou ter que arranjar umas horas para vir ler tudo!
Para já, li o último, do princípio ao fim. Gostei. Está mesmo muito bom.
Concordo com tudo o que diz; apenas faço uma ressalva.
Não há nada que chegue a ir de férias os dosi sozinhos! As últimas férias que fiz, em Junho, foram assim. Uma delícia!
As próximas, do dia 15 até ao fim do mês, já vão ser com parte da família: 1 filho, 1 filha, 1 genro e 5 neta(o)s. Também vão ser boas, de certeza, embora diferentes.
Agora vou descansar. É quase meia noite. Voltarei.
Um abraço e desejo de boa continuação de férias.
Um abraço
Mariazita