Olá moço! Mas, mas, mas, é isso que eu já faço há anos, e dependendo do tom que a vida me dá, sai alguma coisa de jeito... A tristeza, a infelicidade ajudam, mas a alegria também, quando se tem o coração cheio de amor, então sim, saem os mais belos poemas e canções, eu escrevo, fados, canções e poesias, sai de tudo...Pois toma lá um fadinho meu que está no Sons de amor e que estava triste, triste como a morte, ehhhh
Sê bem vinda, tristeza!...
Sê bem vinda Tristeza Sê bem vinda Ao meu mundo E vem rir-te Se quiseres Por me veres assim Lá no fundo...
Sê bem vinda Sê bem vinda, sim...
Porque onde eu esteja Tu estás sempre comigo Não dás um passo sem mim E eu não passo Sem ti Enquanto não celebrar Que de mim Te vais afastar...
Sê bem vinda Sê bem vinda, sim...
Sê bem vinda à minha vida Já que não passo sem ti Já que quando te afasto Não te afastas de mim Ficas sempre ali de lado A ver se consegues voltar E como vês Nem te tens enganado...
Sê bem vinda Sê bem vinda sim!...
É apenas mais um, dá para fadinho guitarradas, enfim, para quem o quiser cantar e entretanto...quando eu ouvir, prepara os teus ouvidos para me ouvirem bem!... a cantar o que escrevi, deixa ver como fica a minha voz, que claro, não é da smais nitas ehhh surdo não se ouve, mas não falo alto (a nã ser quando me irrito, ora essa!)mas, depois d eme ouvir é que posso ajuizar... Beijinho da laura..
Felizmente que é feliz!!! E a felicidade transborda para os visitantes do seu blog. Não só nas palavras, mas nas imagens que conseguimos "ver". Mas pode ter a certeza que o que transmite à sua filha é a realidade nua e crua. É na depressão, na tristeza, na infelicidade, no infortúnio, na melancolia ... que soltamos, (ou escrevemos), as melhores palavras. Desejo-lhe tudo de bom, como se fosse para mim!
Como os meus pais me "obrigaram a ser educado", vou dizer, OBRIGADA Laura. É um mínimo. Não sei o que é o "Sons de amor". Compro alguns livros, muito poucos, pois nem local tenho para os guardar e na minha idade, já nem quero aprender mais ... Mas há uma coisa. Nem eu fico mais pobre, nem quem escreve enriquece, se souber que têm livros publicados. E gosto mais dos desconhecidos, daqueles sem nome, mas com palavras mais próximas, como estas deste fado. Infelizmente nas MULHERES ESCRITORAS, só a dor, a separação, amores não correspondidos, abandonos e demais situações difíceis, parecem desenvolver a sua escrita. Pelo meu blog e pela escrita das minhas visitas, sei de fonte segura com quem "falo". Não falhei um único caso. Se fosse mais novo estudaria psicologia ... Mas agora a "carcaça" já não "auguenta" mais letras. Parece-me que tem livros publicados. Diga-me como adquiri-los ... é que apesar do que escrevi, gosto de ler e muito ...
Já quanto a ouvi-la cantar o fado, necessito de auscultadores???
O "Só", nasceu e cresceu na angústia e nas dificuldades financeiras que António Nobre sentiu em Paris.
Eu não tenho nada desses problemas. Nado em dinheiro durante quase 11 meses e só depois é que sou espoliado pelo Fisco, dessas grandezas que eles "descobrem" nos pequenos contribuintes. Somos um belo paraíso fiscal. Só não consegui descobrir um "toldo" ou "barraca" num local mais aprazível!
8 comentários:
Eu costumo dizer à minha filha que acho que os melhores poemas e poesias saem dos dias de depressão, infelicidade e tristezas...
Olá moço!
Mas, mas, mas, é isso que eu já faço há anos, e dependendo do tom que a vida me dá, sai alguma coisa de jeito...
A tristeza, a infelicidade ajudam, mas a alegria também, quando se tem o coração cheio de amor, então sim, saem os mais belos poemas e canções, eu escrevo, fados, canções e poesias, sai de tudo...Pois toma lá um fadinho meu que está no Sons de amor e que estava triste, triste como a morte, ehhhh
Sê bem vinda, tristeza!...
Sê bem vinda
Tristeza
Sê bem vinda
Ao meu mundo
E vem rir-te
Se quiseres
Por me veres assim
Lá no fundo...
Sê bem vinda
Sê bem vinda, sim...
Porque onde eu esteja
Tu estás sempre comigo
Não dás um passo sem mim
E eu não passo
Sem ti
Enquanto não celebrar
Que de mim
Te vais afastar...
Sê bem vinda
Sê bem vinda, sim...
Sê bem vinda à minha vida
Já que não passo sem ti
Já que quando te afasto
Não te afastas de mim
Ficas sempre ali de lado
A ver se consegues voltar
E como vês
Nem te tens enganado...
Sê bem vinda
Sê bem vinda sim!...
É apenas mais um, dá para fadinho guitarradas, enfim, para quem o quiser cantar e entretanto...quando eu ouvir, prepara os teus ouvidos para me ouvirem bem!... a cantar o que escrevi, deixa ver como fica a minha voz, que claro, não é da smais nitas ehhh surdo não se ouve, mas não falo alto (a nã ser quando me irrito, ora essa!)mas, depois d eme ouvir é que posso ajuizar...
Beijinho da laura..
Amigo José Torres
Este pensamento fez-me recordar o "Só" de António Nobre que viveu e praticou este preceito de forma genial.
Um abraço
Carlos Rebola
Joice Worm
Felizmente que é feliz!!!
E a felicidade transborda para os visitantes do seu blog.
Não só nas palavras, mas nas imagens que conseguimos "ver".
Mas pode ter a certeza que o que transmite à sua filha é a realidade nua e crua.
É na depressão, na tristeza, na infelicidade, no infortúnio, na melancolia ... que soltamos, (ou escrevemos), as melhores palavras.
Desejo-lhe tudo de bom, como se fosse para mim!
Como os meus pais me "obrigaram a ser educado", vou dizer, OBRIGADA Laura.
É um mínimo.
Não sei o que é o "Sons de amor".
Compro alguns livros, muito poucos, pois nem local tenho para os guardar e na minha idade, já nem quero aprender mais ...
Mas há uma coisa.
Nem eu fico mais pobre, nem quem escreve enriquece, se souber que têm livros publicados.
E gosto mais dos desconhecidos, daqueles sem nome, mas com palavras mais próximas, como estas deste fado.
Infelizmente nas MULHERES ESCRITORAS, só a dor, a separação, amores não correspondidos, abandonos e demais situações difíceis, parecem desenvolver a sua escrita.
Pelo meu blog e pela escrita das minhas visitas, sei de fonte segura com quem "falo".
Não falhei um único caso.
Se fosse mais novo estudaria psicologia ...
Mas agora a "carcaça" já não "auguenta" mais letras.
Parece-me que tem livros publicados.
Diga-me como adquiri-los ... é que apesar do que escrevi, gosto de ler e muito ...
Já quanto a ouvi-la cantar o fado, necessito de auscultadores???
Carlos Rebola
O "Só", nasceu e cresceu na angústia e nas dificuldades financeiras que António Nobre sentiu em Paris.
Eu não tenho nada desses problemas.
Nado em dinheiro durante quase 11 meses e só depois é que sou espoliado pelo Fisco, dessas grandezas que eles "descobrem" nos pequenos contribuintes.
Somos um belo paraíso fiscal.
Só não consegui descobrir um "toldo" ou "barraca" num local mais aprazível!
Fica a intenção.
Se tudo fosse linear...seria isso mesmo!
Paula Raposo
E não é?
Então transformemos a vida!
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