
O velho mito de que é difícil levar uma relação harmoniosa com a sogra pode ser um tópico que, não obstante, encerra algumas verdades que vale a pena ter em conta.
O facto é que, quando uma pessoa estabelece uma relação com outra, ao mesmo tempo estabelece com as pessoas que formam a rede social do seu parceiro.
Ao formar uma relação de casal, cada membro tende a multiplicar os seus compromissos familiares, as pressões e as tensões que se desprendem destes.
Na nossa sociedade é bastante habitual que se espere que os membros do casal participem, pelo menos, nos principais compromissos familiares que vão surgindo tanto dum lado como do outro.
Por vezes a negativa à dita participação converte-se num verdadeiro drama e num local de "guerra".
Se em determinadas ocasiões pode ser difícil equilibrar a relação do casal, quando além do mais, interferem outros factores externos, a situação pode, de sobremaneira, complicar-se.
Com mais frequência do que possamos imaginar, encontram-se casais cujos principais conflitos derivam do tipo de relação que mantêm com os parentes do cônjuge.
Estas famílias tendem a estar subordinadas ao tipo de relação que tem o casal com a sua família.
Por outro lado, os tipos de casais que existem no planeta, são incrivelmente variados e muitas vezes praticamente impossíveis de imaginar.

E se cada pessoa é um mundo, a família donde provêm, é um universo.
Daí que as incompatibilidades, que ás vezes possam surgir, sejam impossíveis de corrigir.
Quase todas as pessoas gostam de sentir-se especiais e nem sempre estão dispostas a repartir essa categoria de especiais, com outros.
Em ocasiões de rivalidades são as que provocam as fricções no casal, dado que o familiar não deseja sentir-se deslocado.
Se quem se sente descriminado ou deslocado é o pai ou a mãe, as tensões geradas podem fazer saltar faíscas por todos os lados.
Os conflitos que derivam destas complicações podem, por vezes, chegar a afectar negativamente a vida sexual do casal.
Por outro lado, antes de comprometer-se numa relação com outra pessoa é conveniente ter em conta os parentes do cônjuge.
É necessário aferir as pressões que a pessoa receberá para estreitar os vínculos com os diversos familiares do seu par e as expectativas que se tem a esse respeito.
Qual a tua experiência no que diz respeito a este tema?
Se tens uma boa relação com a família do teu cônjuge, quais são as chaves deste sucesso?
Alguma vez, a família de alguém de quem gostavas te deixou de lado na relação?

ALGUNS TIPOS DE SOGRAS:
SOGRA TRANQUILA:
Nome Científico: Sugronis pacificus
Uma espécie bem pacífica.
Deixa a filha livre para o noivado sem fazer perguntas.
E ainda te serve chá com bolachas, quando te conhece.
Emigra varias vezes por ano, deixando-te a casa livre.
SOGRA SERPENTE:
Nome Científico: Sugronis reptilus
É um perigo
A sua língua venenosa acaba com as tentativas de noivado da filha; é o tipo mais comum.
SOGRA QUERIDA:
Nome Científico: Sugronis simpaticcus.
Espécie amorosa que adopta os noivos, escuta os seus problemas e os apoia, para continuar a relação.
Espécie rara e em extinção que quem consegue capturar uma, não mais a larga.
SOGRA INTROMETIDA:
Nome Cientifico: Sugronis metidichis
Mete-se quando menos esperas e adora elogiar o ex-noivo da tua noiva. Vence a sua presa com o cansaço.
Está acostumada a ir viver com a cria na casa desta.
SOGRA DUPLA FACE:
Nome Cientifico: Sugronis falsitis
Trata-te sempre bem, mas na realidade, nas tuas costas, está sempre a "serrar-te".
Nunca toma nenhuma atitude contra ti perto da filha, para que ela não acredite nas tuas reclamações.
SOGRA TRABALHADORA:
Nome Cientifico: Sugronis workaholic
Tem 3 empregos, vai ao ginásio todos os dias, visita sites de humor, adora levar trabalho para casa e quanto tu chegas, põe-te a trabalhar.
Para ela, o noivo ideal da sua filha tem que fazer tudo o que ela faz e ainda por cima, ter o dinheiro suficiente para levá-la ás compras.
Para a filha dela é um mínimo.
SOGRA IDEAL:
Nome Cientifico: Sugronis difuntus
Está enterrada pelo menos 7 metros abaixo da terra.
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1 comentário:
É capaz de ser isso mesmo. Mas o difícil é as pessoas relacionarem-se umas com as outras e não andarem à bulha por dá cá aquela palha! Mas esse problema não tem nem tratamento nem cura.
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