Assim se conclui que o perfume das flores, além de ser bálsamo para as nossas narinas também é música para os nossos ouvidos. Tu o dizes e eu concordo.
PS (...)-Aquela teoria sobre as rochas encavalitadas na necrópole é simplesmente deliciosa. Não a queres publicar?
Como não acredito em religiosidades, não disse que o perfume é a evaporação da alma das flores.
Quanto ás rochas de pedra ... bem não vou continuar a redundância, são pertença do: http://peciscas.blogspot.com/ Eu não publico, tanto mais que não gosto de andar à pedrada, quero dizer, com pedras no sapato ... ou atirar pedras aos telhados vizinhos ... essas caíram aí.
Velho amigo Torres andas com uns pensamentos muito elaborados e não deixas campo de manobra para se fazer uma crítica construtiva. Então este cheio de poesia... é demais; vai dar uma volta ao bilhar grande e manda uns pensamentos daqueles do tempo do Instituto ou dos tempos de tropa, esses sim é que eram o maximo. Eu sou o Fernandinho, aquele que tem um botão no colarinho. Um abração Fernando Oliveira
11 comentários:
Esta é muito elaborada...não serão as flores, o eco do perfume?
Paula Raposo
Felizmente que há flores!
Claudia
Quem apareceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Que poético...
Abraço.
São
Modéstia ou imodéstia àparte ... até "perdi" as palavras ... (mas foi propositado).
Assim se conclui que o perfume das flores, além de ser bálsamo para as nossas narinas também é música para os nossos ouvidos.
Tu o dizes e eu concordo.
PS (...)-Aquela teoria sobre as rochas encavalitadas na necrópole é simplesmente deliciosa. Não a queres publicar?
Peciscas
Como não acredito em religiosidades, não disse que o perfume é a evaporação da alma das flores.
Quanto ás rochas de pedra ... bem não vou continuar a redundância, são pertença do: http://peciscas.blogspot.com/
Eu não publico, tanto mais que não gosto de andar à pedrada, quero dizer, com pedras no sapato ... ou atirar pedras aos telhados vizinhos ... essas caíram aí.
Olá querido José, estamos mais uma vez plenamente de acordo... Beijinhos de ternura,
Fernandinha
Velho amigo Torres andas com uns pensamentos muito elaborados e não deixas campo de manobra para se fazer uma crítica construtiva.
Então este cheio de poesia... é demais; vai dar uma volta ao bilhar grande e manda uns pensamentos daqueles do tempo do Instituto ou dos tempos de tropa, esses sim é que eram o maximo.
Eu sou o Fernandinho, aquele que tem um botão no colarinho.
Um abração
Fernando Oliveira
FERNANDA & POEMAS
Fernandinha
Que nunca falte o perfume das flores ...
Fernando Oliveira
Tenho a secção de discos pedidos ... e a empresa de "Implosões & Cª."
Basta escolheres a que mais te agrada ...
Até faço colheres de pau !!!
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