O AMOR DESACTIVA A CAPACIDADE de CRITICAR

As últimas investigações acerca do funcionamento do cérebro, revelaram que as pessoas que estão realmente apaixonadas, perdem a capacidade de criticar o seu parceiro, o mesmo é dizer que, ficam incapazes de ver os seus defeitos, o que confirma aquele refrão popular que, "o amor é cego".
Dois jovens beijam-se, sentados num banco.
Pelo menos isto é o que sucede em casos de amor romântico ou maternal, em que se detectou que, ante determinados sentimentos, são activadas as mesmas regiões do cérebro.
O mais curioso neste caso, sem dúvida, é que, paralelamente a esta estimulação que se produz nas mesmas regiões do cérebro, em ambos os tipos de amor, "desactiva-se" a zona do cérebro encarregue do juízo social e da evolução das pessoas.
Suprime, portanto, a capacidade de criticar os seres queridos, uma situação que se produz, tanto nos humanos como nos animais.
Quando nos apaixonamos perdemos a capacidade de criticar o nosso parceiro, pelo que podemos afirmar, sem receio de nos enganarmos que, de certa maneira, o amor é mesmo cego.
Os estudos que há muitos anos se iniciaram em humanos e ratos, para conhecer o complexo funcionamento do cérebro, tem revelado dados tão inovadores como surpreendentes, no sempre estimulante terreno do amor.
Estes avanços, estão a ajudar, por exemplo, a responder a perguntas tão básicas, mas também tão enigmáticas e sugestivas como, o que se passa no nosso interior quando nos apaixonamos, o que sucede no cérebro ou porque sentimos, ou não, o desejo sexual.

Os dicionários, definem o amor, como "um sentimento intenso no ser humano que, partindo da sua própria insuficiência, necessita e procura o encontro e a união com outro ser".
No entanto, parece-me que o amor é algo muito mais simples, ( um vício químico entre duas pessoas).
Quando existe paixão, na verdade, dão-se, em maior ou menor medida, uma série de circunstâncias comuns, como a atracção física, o apetite sexual, o afecto e o apego duradouro.
Estes sentimentos desencadeiam no nosso interior um conjunto de alterações químicas que produzem substâncias como a dopamina, responsável pela sensação de atracção, ou a serotonina, implicada nos pensamentos obsessivos.
A análise destes aspectos, assim como a actividade do cérebro, também permitem constatar que o cérebro, de homens e mulheres, funciona de maneira diferente no que se refere ao amor e que questões, como os diferentes níveis de apetite sexual, têm uma explicação científica.
Está demonstrado que o homem é mais activo sexual, tem um apetite sexual mais constante, enquanto que, a mulher é mais sensitiva, (sensível).
Explicação, não científica, mas certamente muito próxima desse rigor, para as "costumeiras dores de cabeça", tão típicas em quase todas as mulheres.
Inclusivamente a infidelidade, afecta de maneira diferente, quer os homens, quer as mulheres.
Sabe-se que só há três por cento de mamíferos monógamos, como os ratos das pradarias, as orcas e os homens, sendo os restantes, promíscuos.
No entanto, experiências levadas a efeito com ratos da montanha, caracterizados pela sua grande promiscuidade, permitiu comprovar que a monogamia animal é genética e que uma simples manipulação dos genes destes animais, pode fazer com que os machos sejam fieis à sua fêmea.
2 comentários:
Importante informação.
Beijinhos!
Oi meu estimado amigo.
Destes uma aula.
Sensacional, assino embaixo do seu texto.
Beijos amigo.
Sua amiga do lado de cá.
fique na paz do senhor.
Regina Coeli.
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