
Os futebolistas são os únicos que vêem brotos ou rebentos verdes no páramo ou marasmo da nossa economia.
Enquanto isso, nós, os demais estamos no limbo, e eles têm os pés no solo, pisando o relvado e a área da economia, sempre atentos à jogada.
Como vão ser a favor de que lhe subam os impostos?
Para isso já somos os espectadores e alguns árbitros assistentes.
Os fãs, que considerados em bloco somos os animais mais parecidos com o homem, temos medo que nos acabe o circo, ainda que estejamos dispostos a suportar alegremente se nos acabar o pão e o lanche.
Até poderíamos chegar lá!
Um domingo sem futebol seria interminável e moroso.
E além do mais, temos que ter em conta que agora há domingos que calham à sexta, ao sábado, à segunda e até á terça-feira, isto sem contar com os dias da Champions.

Temos que concordar, isto se queremos continuar a desfrutar da nossa tribuna de sofá.
Parece que os espanhóis agora querem um acordo para acomodarem aquilo a que chamam “lei Ronaldo”.
Por que se vai aumentar a tributação aos jogadores de elite, como se fossem pessoas normais?
Não tem pés nem cabeça, que na vizinha Espanha, mais um português, (para além dos que por cá temos) “aumente” os impostos e que eles (jogadores) façam uma greve de pés caídos e parem a competição da liga, que, como um pouco por toda a parte, apaixona muito mais a alguns do que a competição política, onde abunda mais o jogo sujo e árbitros imbecis de remate, já que nunca vêem a baliza.

Urge reparar a situação.
Em Espanha os sindicatos são tão educados que muita gente acredita que em vez de educados, estão domesticados.
Mas há mais portugueses a trabalhar com os pés na vizinha pátria Ibérica que serão apanhados, isto porque por cá os relvados possuem multidões de filhos da mãe nas bancadas e filhos da dita a controlar o jogo.
Estamos lixados e temos que nos adaptar para mais de 10 % de desempregados que irão crescer para o ano, ainda que nada abale o nosso calendário futebolístico.
O primeiro é o primeiro, ainda que jogue na segunda ou terceira e os bolsos sejam mais pequenos.
Com as coisas de jogar não se brinca.
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Enquanto isso, nós, os demais estamos no limbo, e eles têm os pés no solo, pisando o relvado e a área da economia, sempre atentos à jogada.
Como vão ser a favor de que lhe subam os impostos?
Para isso já somos os espectadores e alguns árbitros assistentes.
Os fãs, que considerados em bloco somos os animais mais parecidos com o homem, temos medo que nos acabe o circo, ainda que estejamos dispostos a suportar alegremente se nos acabar o pão e o lanche.
Até poderíamos chegar lá!
Um domingo sem futebol seria interminável e moroso.
E além do mais, temos que ter em conta que agora há domingos que calham à sexta, ao sábado, à segunda e até á terça-feira, isto sem contar com os dias da Champions.
Temos que concordar, isto se queremos continuar a desfrutar da nossa tribuna de sofá.
Parece que os espanhóis agora querem um acordo para acomodarem aquilo a que chamam “lei Ronaldo”.
Por que se vai aumentar a tributação aos jogadores de elite, como se fossem pessoas normais?
Não tem pés nem cabeça, que na vizinha Espanha, mais um português, (para além dos que por cá temos) “aumente” os impostos e que eles (jogadores) façam uma greve de pés caídos e parem a competição da liga, que, como um pouco por toda a parte, apaixona muito mais a alguns do que a competição política, onde abunda mais o jogo sujo e árbitros imbecis de remate, já que nunca vêem a baliza.

Urge reparar a situação.
Em Espanha os sindicatos são tão educados que muita gente acredita que em vez de educados, estão domesticados.
Mas há mais portugueses a trabalhar com os pés na vizinha pátria Ibérica que serão apanhados, isto porque por cá os relvados possuem multidões de filhos da mãe nas bancadas e filhos da dita a controlar o jogo.
Estamos lixados e temos que nos adaptar para mais de 10 % de desempregados que irão crescer para o ano, ainda que nada abale o nosso calendário futebolístico.
O primeiro é o primeiro, ainda que jogue na segunda ou terceira e os bolsos sejam mais pequenos.
Com as coisas de jogar não se brinca.
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1 comentário:
Dê-se bolas de futebol aos putos e não Magalhães.
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