… CONTINUAÇÃO

Vigilância ao inimigo.
Ainda que, de forma coloquial, se refira o cancro da mama como uma única enfermidade, o certo e correcto é que quanto mais se sabe sobre ele, mais avança a diferença que existe de um cancro para noutro.
Estas diferenças são essenciais porque podem supor uma vulnerabilidade ao tratamento ou uma agressividade muito diferente.
No começo de tudo, os critérios eram morfológicos mas, com o passar dos anos e aumentando os conhecimentos sobre o cancro, mais conceitos foram desenvolvidos para se poder catalogar e identificar com uma cada vez maior precisão o inimigo.
Actualmente, além dos morfológicos, para estudar o cancro da mama utilizam-se critérios microscópicos (anatomo-patológicos), moleculares, hormonais, radiológicos e inclusivamente genéticos.
Depois destes estudos especializados pode-se prever a resposta a um determinado medicamento ou a agressividade do tumor.
Assim, por exemplo, aquelas mulheres que possuem um cancro da mama positivo para a proteína Her2 vão desenvolver um cancro muito agressivo, mas também muito vulnerável a fármacos específicos, o que aumenta a probabilidade de êxito.

Um arsenal variado e cada vez mais potente.
O arsenal terapêutico contra o cancro da mama foi-se ampliando em muito poucos anos, mas também, tornando-se mais específico e coordenado no ataque contra o tumor.
Agora mesmo, a cirurgia, a radioterapia, a quimioterapia, a terapia hormonal e os inovadores e recentes tratamentos biológicos que se aplicam de diversas formas, personalizando-os a cada tipo de tumor.
O objectivo ideal (que se está a atingir pouco a pouco com os tratamentos biológicos) é combater directa e especificamente o tumor sem agredir o resto dos tecidos sãos do corpo da mulher como ocorre com a quimioterapia.
Menos danos colaterais.
Os esforços para melhorar os tratamentos não só permitem maiores taxas de cura, como também, menos danos colaterais em tecidos sãos. I
sto é conseguido com a máxima personalização do tratamento.
Um dos sucessos, neste sentido, com maior importância é a contínua descida da aplicação da mastectomia (extirpação da mama).
Actualmente, à volta de 50 a 60 % das mulheres requerem esta drástica medida para tratar com êxito o tumor.

Há umas décadas, a mastectomia era praticamente uma norma.
Ainda assim, quando isto é inevitável, a cirurgia plástica e reparadora permite conseguir, na maioria dos casos, um bom aspecto da zona extirpada.
Tão-pouco há que evitar os sucesso que estão a obter-se na diminuição da extirpação radical dos gânglios linfáticos da axila, graças ao estudo do gânglio sentinela (GS) (que avisa onde existem células tumorais e onde não as há).
Sem baixar a vigilância.
O cancro da mama pode voltar a aparecer uns tempos depois do tratamento que parecia tê-lo eliminado completamente.
A probabilidade de que isto ocorra depende fundamentalmente da extensão prévia do tumor quando se iniciou o tratamento.
Por isso, o acompanhamento controlado das mulheres que tiveram um tumor ser muito importante, para actuar quanto antes e, sobretudo, nunca baixar a vigilância: o reaparecimento do cancro pode ser de 15 a 20 % e diferente nas suas características biológicas do cancro inicial.

.

Vigilância ao inimigo.
Ainda que, de forma coloquial, se refira o cancro da mama como uma única enfermidade, o certo e correcto é que quanto mais se sabe sobre ele, mais avança a diferença que existe de um cancro para noutro.
Estas diferenças são essenciais porque podem supor uma vulnerabilidade ao tratamento ou uma agressividade muito diferente.
No começo de tudo, os critérios eram morfológicos mas, com o passar dos anos e aumentando os conhecimentos sobre o cancro, mais conceitos foram desenvolvidos para se poder catalogar e identificar com uma cada vez maior precisão o inimigo.
Actualmente, além dos morfológicos, para estudar o cancro da mama utilizam-se critérios microscópicos (anatomo-patológicos), moleculares, hormonais, radiológicos e inclusivamente genéticos.
Depois destes estudos especializados pode-se prever a resposta a um determinado medicamento ou a agressividade do tumor.
Assim, por exemplo, aquelas mulheres que possuem um cancro da mama positivo para a proteína Her2 vão desenvolver um cancro muito agressivo, mas também muito vulnerável a fármacos específicos, o que aumenta a probabilidade de êxito.

Um arsenal variado e cada vez mais potente.
O arsenal terapêutico contra o cancro da mama foi-se ampliando em muito poucos anos, mas também, tornando-se mais específico e coordenado no ataque contra o tumor.
Agora mesmo, a cirurgia, a radioterapia, a quimioterapia, a terapia hormonal e os inovadores e recentes tratamentos biológicos que se aplicam de diversas formas, personalizando-os a cada tipo de tumor.
O objectivo ideal (que se está a atingir pouco a pouco com os tratamentos biológicos) é combater directa e especificamente o tumor sem agredir o resto dos tecidos sãos do corpo da mulher como ocorre com a quimioterapia.
Menos danos colaterais.
Os esforços para melhorar os tratamentos não só permitem maiores taxas de cura, como também, menos danos colaterais em tecidos sãos. I
sto é conseguido com a máxima personalização do tratamento.
Um dos sucessos, neste sentido, com maior importância é a contínua descida da aplicação da mastectomia (extirpação da mama).
Actualmente, à volta de 50 a 60 % das mulheres requerem esta drástica medida para tratar com êxito o tumor.
Como fazer um auto-exame mamário
| Fig. 1. De pé, frente ao espelho, observe as mamas. Geralmente, estas diferem ligeiramente em tamanho. Procure alterações na diferença de tamanho entre as mamas e alterações nos mamilos, como um afundamento (mamilo invertido) ou uma secreção. Procure rugosidades ou depressões. | Fig. 2. Observando atentamente ao espelho, entrelace as mãos por trás da cabeça e pressione-as contra ela. Esta posição ajuda a detectar as alterações subtis que o cancro pode provocar. Procure alterações na forma e no contorno das mamas, sobretudo na parte inferior de cada uma. | Fig. 3. Coloque as mãos firmemente sobre as ancas e incline-se ligeiramente para o espelho, levando os ombros e os cotovelos para a frente. Uma vez mais, procure alterações na forma e no contorno das mamas. Muitas mulheres fazem a etapa seguinte do exame no duche, porque as mãosdeslizam com facilidade sobre a pele molhada e escorregadia. |
Há umas décadas, a mastectomia era praticamente uma norma.
Ainda assim, quando isto é inevitável, a cirurgia plástica e reparadora permite conseguir, na maioria dos casos, um bom aspecto da zona extirpada.
Tão-pouco há que evitar os sucesso que estão a obter-se na diminuição da extirpação radical dos gânglios linfáticos da axila, graças ao estudo do gânglio sentinela (GS) (que avisa onde existem células tumorais e onde não as há).
Sem baixar a vigilância.
O cancro da mama pode voltar a aparecer uns tempos depois do tratamento que parecia tê-lo eliminado completamente.
A probabilidade de que isto ocorra depende fundamentalmente da extensão prévia do tumor quando se iniciou o tratamento.
Por isso, o acompanhamento controlado das mulheres que tiveram um tumor ser muito importante, para actuar quanto antes e, sobretudo, nunca baixar a vigilância: o reaparecimento do cancro pode ser de 15 a 20 % e diferente nas suas características biológicas do cancro inicial.
Como fazer um auto-exame mamário
| Fig. 4. Levante o braço esquerdo. Usando três ou quatro dedos da mão direita, examine pormenorizadamente, com a parte plana dos dedos, a mama esquerda. Mova-os fazendo pequenos círculos à volta da mama, começando pelo bordo externo e aproximando-se gradualmente do mamilo. Pressione com suavidade mas com firmeza para detectar qualquer volume ou massa inusual sob a pele. Certifique-se de que examina toda a mama. Do mesmo modo, examine com cuidado a área entre a mama e a axila, incluindo esta última, e procure possíveis massas. | Fig. 5. Comprima um pouco o mamilo esquerdo e confirme se é produzida alguma secreção (consulte o médico se aparecer alguma secreção em qualquer momento do mês, independentemente de ter sido durante um auto-exame mamário). Repita os passos 4 e 5 na mama direita, levantando o braço direito e com a mão esquerda. | Fig. 6. Deite-se de barriga para cima, com uma almofada ou uma toalha sob o ombro esquerdo e coloque o braço direito acima da cabeça. Esta posição aplana a mama e facilita a sua inspecção. Repita o mesmo para a mama direita. Certifique-se de que examinou ambas as mamas. A mulher deverá repetir este procedimento todos os meses e na mesma data, 2 ou 3 dias depois de a menstruação acabar, porque é menos provável que as mamas estejam sensíveis ou inchadas. As mulheres pós-menopáusicas podem escolher qualquer dia do mês que lhes seja fácil recordar, como, por exemplo, o primeiro. |
.
2 comentários:
José
Post nota 10.
A informação pode salvar.
Abraços.
Vai Du
O médico é imprescindível e insubstituível neste caso.
A apalpação falha na maioria dos casos.
Um abraço.
Enviar um comentário