O estudo “táxial” que se segue, não teria sido possível sem a colaboração de mais de cem passageiras do meu táxi (ai se me tivessem apanhado a estudar, de soslaio, as mamas das ditas).
Cada exemplo corresponde à anotação real das mesmas em viagens no meu táxi:
- Mulher de mamas grandes, flácidas, que se ‘capricham’ firmes pelo efeito constritor de um sutiã reforçado.
Gosta das suas mamas mas somente debaixo dos efeitos protectores do sutiã.
– Mulher de mamas pequenas, estuprada lhaneza violada por um par de montículos, que mostra sabiamente as alças do sutiã.
Necessita que todos acreditemos que tem mamas.
– Mulher com mamas na aparência grandes e firmes, que desaparecem como por arte mágica, quando a sua portadora se recosta no seu assento (como se o forro ou revestimento do táxi exerça uma estranha sucção sobre elas).
São mamas para as quais a gravidade só lhes é propícia na posição vertical.
Costuma evitar a horizontalidade pelo menos quando acha que não está a ser observada.
– Mulher de mamas firmes que não necessita de sutiã e, no entanto, o leva (bem, por uma mera combinação cromática no seu conjunto, para evitar transparências, ou para dissimular a incómoda dualidade de uns mamilos que dizem estar excitados quando na realidade faz frio).
– Mulher de mamas caídas sem sutiã.
Hippy, anti-sistema, casada com um homem que crê no amor ou uma militante lésbica.
– Mulher cujo decote ultrapassa a linha das suas amígdalas (graças a um sutiã fabricado por técnicos da NASA).
Está feliz com as suas mamas, no entanto, sente-se incomodada quando alguém as olha (até eu não o entendo).
Mulher orgulhosa do seu enorme busto (argumento apoiado pelo eterno: “o meu marido gosta!”.
No inverno gasta roupa apertada e aberta que, no entanto, mostra um canalzito de acesso impossível.
– Mulher de mamas lactantes cujas copas estão dotadas de um velcro ou similar, para a sua fácil abertura.
Nunca conseguirei entender porque é que só as mamãs recentes fazem uso de tal genial tecnologia.
– Mulher que, simplesmente, lhe incomoda ter mamas (sejam grandes, ou pequenas).
Demonstra-o o seu afã por cobrir com camadas e mais camadas de roupa (ou mediante tops cingidos, sem aros) qualquer indício de curva peitoral.
– Mulher de mamas pequenas cujo tamanho será sempre impossível de intuir, graças à originalidade da sua vestimenta.
Costumam fazer uso (medido e estudado) de lenços, cachecóis ou laços estrategicamente colocados de modo a que ninguém saiba o tamanho do que esconde.
- Mulher de mamas traçadas pelo compasso de Deus (clicando em cada ponta do mamilo para articular o seu contorno).
A portadora será sempre menos feliz do que a expressão dos meus olhos.
– Mulheres de mamas operadas (tamanho alterado).
Por motivos óbvios, a portadora será desqualificada de qualquer categoria:
FEZ MERDA!
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2 comentários:
Se elas sabem, passam a entrar no táxi de costas, mas isso poderia dar início a outro estudo...
Táxi Pluvioso
Está em estudo um outro estudo... (é tudo!)
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