Esta é a história dum presidente que era ateu.
Era.
Até ao dia em que resolveu ir confessar-se e pedir perdão pelos seus pecados.
Como um presidente não entra em qualquer sítio, ele foi a uma Basílica. Ajoelhou-se no confessionário e o padre, reconhecendo-o, tratou-o como governador.
O presidente ficou irritado com o rebaixamento a que foi submetido e ia interpelar o padre, quando este se apercebeu e antecipando-se, disse-lhe:
- Escute bem, snr, presidente ! Anos santos, não são uma colecção de cús abençoados, sumo patife não é do papa, sumo patife, é a puta que o pariu !
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