16 de Março de 2003
Há 4 anos, 4 safardanas bisbórrios, entre beijos e abraços, decretaram que 4 dias depois ia começar um genocídio, que hoje, ultrapassa largamente, 650.000 mortos.
Um perdeu a arquibancada de desmedida altura, por mentir, não só neste caso, mas em sequentes.
Os outros três, continuam na lorotagem, em altos cargos, com a consciência tão tranquila, que os milhares de mortos, não lhes perturbam a insensibilidade e inércia dum “bom” sono. Dormem tranquilamente, sonhando com novas, devassas e propaladas questiúnculas nas suas “playstations” da guerra.
Um, homiziou-se num alto cargo, emporcalhando o nome de Portugal, que ficou para sempre ligado ao maior genocídio e tragédia humanitária, da história coeva.
Os outros, mantêm-se alerta, esperando o ribombo ou o cheirete das mortíferas bombas, que urdiram.
Milosevic, morreu nas masmorras do T.P.I. de Haia.
Saddam, foi enforcado.
Bush, Blair, Aznar e Barroso, morrerão numa qualquer cama, tranquilamente reconfortados com todos os sacramentos, mas com as consciências tão emporcalhadas, como os ditadores que mataram, morreram ou mandaram matar!
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