O VIDEIRINHO

quinta-feira, setembro 04, 2008

.Caríssimos amigos e visitantes.

Afinal, tratou-se tão só dum assalto a uma barraca que possuo, lá para os lados de Monção.

Os dois energúmenos, foram facilmente "caçados" como dois anjinhos.

Não é o assalto em si pelos valores furtados, mas mais pelos prejuízos causados.

Não roubaram o "oiro", porque para me precaver contra intrusos, ainda não o extraí das minas que possuo na África do Sul.

A mais de 900 metros de profundidade, está em segurança.

São sempre maiores os estragos que o valor do roubo, mas em compensação, e esta lei é importantíssima nos tempos que correm, (A Leis das Compensações), uma das garrafas de alvarinho com que mataram a sede e das poucas que ficaram intactas, porque partiram por malvadez, acertou em cheio na queixada dum deles que o deixou cheio de queixumes e a correr para o hospital, para lhe tratarem da "fachada", que visto agora à distância, ficou muito mal tratada.

Não tive culpa, porque a garrafa não tinha olhos e bateu sem ver ...

O outro teve mais sorte, pois só ficou com a salada de tomates um pouco pisada, mas com uma boa dose de oregãos, tudo se compõe.

Neste caso, nem avisei a GNR, que têm sempre muitos mais afazeres do que um vulgar assalto à noite, principalmente quando se dorme a sono solto e não se gosta de ser incomodado.

Tenho também um compromisso de ser ressarcido dos danos, mas por exemplo, um jarro em vidro, antiquíssimo, (não jarra), com 4 pés, (ou por serem tantos não será péses?), foi-se ... e apesar de saber que nunca mais terá cura, ou algo parecido, vou tentar recuperá-lo.

Parece-me que, um tsunani dos amigos do alheio, anda a percorrer o país de lés a lés.

Estes por uns tempos vão estar mudos e quedos.

Podem manter-se sossegados e tranquilos, sem reservas.



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5 comentários:

Carlos Rebola disse...

Amigo José Torres

Pelos vistos a probabilidade de sermos assaltados, roubados, ainda é maior que mostrada nas notícias diárias.
Uma garrafa de alvarinho, é uma arma eficaz mesmo "descarregada".
Que os meliantes devolvam ao equivalente ao que destruíram e consumiram e que não lhes pertencia.
Podia ser melhor a sua ausência forçada, mas é assim por vezes. O que conta é que os malandros ficaram bem servidos…

Um abraço
Carlos Rebola

Carlos Rebola disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Laura disse...

Rapaz, nem sei que te diga, mas isso está a ser o pão nosso de cada dia, já nem sei que se faça para travar isto e eles cada vez assaltam mais, que seca de vidas de quem é assaltado...então chegaste-lhes a roupa ao pelo? ou a policia (duvido) chegou a tempo?...mas que coisa...ji da laura e tens de arranajr o jarrão ou a jarra de 4 peses...

xistosa, josé torres disse...

Carlos Rebola

Tinha uns compromissos assumidos este fim de semana, mas vou faltar.
Os pais, dos meninos de 28 e 30 anos, comprometeram-se ... e na aldeia há gente séria e a palavra deles, (pais) chega-me.

Um deles vai necessitar duma intervenção cirúrgica, feita no Porto, vai ficar em minha casa enquanto necessitar.
Eu depois arrependo-me ...
Mas na altura ... felizmente que não tenho uma arma ...
Já esqueci ... não é o vinho, que até é bastante ácido, os portugueses não sabem fazer vinho verde e por arrastamento alvarinho.
Atravessamos a fronteira e se bebermos um "Trajadura", misto de alvarinho e verde, pagamos menos que qualquer verde e se não fosse o volante ... era come regar, com azeite, batatas com bacalhau ...

xistosa, josé torres disse...

Laura

Chamar a GNR, para quê?
Dei-lhes a dose certa, para nem eu, nem eles ficarem prejudicados.
Prejudicado vou ser eu.
Já tive que aturar a "chefe cá de casa" e o pior é que lhe dou razão.
O jarro e outro mais pequeno, quis trazê-los há cerca de dois anos.
Ao fim de 35 anos de casado, só temos lixo acumulado ... por isso foram ficando.
Por brincadeira, costumo dizer-lhe que os sapatos é que devem ficar por cima dos móveis, para escolhermos conforme os dias.
Por exemplo hoje, chuva até dizer basta, fui fazer análises com sapatilhas.
Se tivesse sapatos, já ia doutra maneira ...
Agora partiram-me o maior e o que eu mais gostava, pois nunca vi nada igual, (jarros de vinho ou água, com 4 "pézes" ou "péses", mesmo sendo de vidro miserável ...

Já passou e ainda vou ter que aturar um dos ladrões ... cá em casa!