Vim de abalada inté ao mê Alentejo.
Eu nã istô aqui.
Estô a pintari.
Como nã sê se diçe, tenho uma cambada de porcos, (são tantos que uma vara nã xega).
Ora os maganos comem que ce farta.
Vai daí, vou vendêlos.
Mas os pretos valerem mais.
De lata de tinta preta e pincel, estão a ficari ... ai cumpadris ... que belezura de bichos.
Todos arreluziri, que até cegam o olho.
Só pesso que nã chova, até vendêlos.
Cenão fiquem sem tinta.
Vou bateri uma foto com uma das minhas porcas.
Tem mesmo uma carinha coma minha.
Si gostarem, eu tiro mais ...
Na sigunda, já vô trabalhari.
Intão, INTÉ!!! Cumpadris.
Adoro os mê bixos!!!
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10 comentários:
Xistosa, hum, interessante.
Um belo fim de semana.
Beijos!
Cleo
Cleo
Para uma brasileira é difícil de entender ...
É linguagem sem tradução.
Um bom fim de semana.
Obrigada por eu estar fazendo parte dos cumprimentos de cortesia.
Quanto ao texto, realmente, é uma linguagem sem tradução.
Muito interessante.
Beijinhos.
sorte a tua xistosa, nem foste mal interpretado...sorte muita sorte...
o vixinho até deve ser paressido cumtigo e tu assim até debes çer mais feiudo qui êle, êle tem voa cara e um sorrizo mai lindo que o tu!... uma alentejana disfarçada de alentejana, toma lá!...
Bem, hoje vim com mais tempo, e estive a por a leitura em dia, a dos sinais tá muito fixe, mas a morte do pinto da costa do dia 11, tá demais, já conhecia algumas, mas esta é a melhor. eh eh eh
Bom fim de semana.
Ana Maria
É uma espécie de dialecto que os portugueses inventaram, para infernizar a vida dum povo ordeiro e atenciosissímo.
Laura
É linda a vaquinha nã é.
Ora.
Nã é vaca é porca, mas lava-se muito ...
LC
A morte não foi verdade ...
Mas ia fondo.
Não desejo a morte de ninguém ... mas alguns que desapareçam da vida pública e trafulhem, quero dizer trabalhem noutros locais!
ahhh assim iam todos pó caneco e num xatiabam a xenti cumo a xente... mas num bão, num bão purque axim mama mais nas nossas tetas que nas das mães deles, ora aprende meu!...quem dera quem dera que se fossem cu rais que os partiçe...
Laura
E é de aprovêtar inté á ultima gota.
Depois perde-se o poder e a mama!
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