Não me leve a mal ... mas se for como esses pareceres e inquéritos que se fazem, ou tentam fazer ... a torto e a direito, ou melhor, à margem do "direito", (aquele estudado nos livros), nunca se vê o fim ... vou viver como até aqui, mas a acreditar que tenho direito, (este já não o dos livros), ao corpo ...
Também não sou dos tempos modernos, não do Filme, que esse é capaz de ser um bom bocado mais idoso, mas coisas parecidas, só me lembro de lascívia. Não será a mesma coisa?
O meu inglês, aportuguesou-se. Tenho uma vaga, com "g", não com "c" ideia. No post anterior do Daniel, falei nos "tempos modernos", quer dizer, antigos ... daqueles, onde penso que também aqui calharia a preceito um "habeas ill fame". Ora para uma prisão de ventre, com o habeas corpus num qualquer house of ill fame, Made in Belém. Não o Belém, do meu Belenenses, ou sequer aquele que fica para lá do nascer do sol ...
Jantei e fui tomar café. Não foi o "habeas corpus2, mas uma sensação de desconforto ... e era verdade.
O 6º sentido existe. Não recebo os comentários no e-mails porque não percebo nada disto. Responder ao comentário, respondi, só não sei o endereço para onde enviei.
Acho piada aos médicos com as receitas para prisão de ventre. Estou no com,putador da m/mulher, o meu deixou de piar e não faz o que lhe mando.
Pelo menos que funcionem as alvoraçadas funções intestinais.
Desculpe a resposta, mas estou pior que um bicho ... Não admito que um funcionário meu, (não tenho nenhum), se recuse a funcionar ... para isso é que o contratei como funcionário.
Por acaso pensei que estava a pensar errado. Coisa rara em mim, que de línguas ... tenho tido algumas reclamações.
Mas o mais caricato é como vim descobrir o comentário ... é que uso os métodos artesanais, AQUI NA ESCRITA ... porque no resto, nunca fui apreciador de trabalhos manuais. Vou partir para terras de ignaáros como eu.
É sempre, COMO, (de comer)!, Não abunda a fome e a sede. Talvez me dê bem.
Eu ando sempre atrasado. Só leio as notícias da véspera. É que o meu "parceiro" é o IOL. Mas deixei de comentar neles, por terem censurado um texto. Não admito e apesar de ter dois e-mails, com pedidos de desculpa, não as aceito ... No tempo certo e ne altura ideal é que temos que provar a verticalidade.
Se o comentário fosse parar onde devia, ao e-mail, tinha dado com ele, mas não sei receber assim os comentários e depois "atirá-los" para o blog. Mas se fosse do Gmail, dizia-me há quantas horas ... por isso faço as contas por alto, são dois dias.
Diz bem ... a morte. Não quer dizer que a a morte seja assim uma coisa, mas aceito-a!
18 comentários:
Xistosa, é caso a estudar. Vou elaborar um parecer jurídico! Eheheh!
Hahahhaha... Só tu, com estas idéias, Torres.
José Torres
Antigamente... chamavam-lhe laxaivo!
Um abraço,
Daniel
Nos tempos que correm é antes um habeas fame.
Nunca se sabe a reacção que poderá ter uma pessoa, quando lhe fazem uma declaração desse tipo.
Comigo funcionava logo
Não aconselho dependendo da localização do cárcere! Beijus
"o que me vier à real gana"
Não me leve a mal ... mas se for como esses pareceres e inquéritos que se fazem, ou tentam fazer ... a torto e a direito, ou melhor, à margem do "direito", (aquele estudado nos livros), nunca se vê o fim ... vou viver como até aqui, mas a acreditar que tenho direito, (este já não o dos livros), ao corpo ...
JOICE WORM
Temos que colocar todas as hipóteses à vida.
Pelo menos, enquanto estamos vivos.
Daniel
Também não sou dos tempos modernos, não do Filme, que esse é capaz de ser um bom bocado mais idoso, mas coisas parecidas, só me lembro de lascívia.
Não será a mesma coisa?
(não leve a mal a brincadeira!)
Táxi Pluvioso
O meu inglês, aportuguesou-se.
Tenho uma vaga, com "g", não com "c" ideia.
No post anterior do Daniel, falei nos "tempos modernos", quer dizer, antigos ... daqueles, onde penso que também aqui calharia a preceito um "habeas ill fame".
Ora para uma prisão de ventre, com o habeas corpus num qualquer house of ill fame, Made in Belém.
Não o Belém, do meu Belenenses, ou sequer aquele que fica para lá do nascer do sol ...
Luma
É mesmo pertinho ... encostado a um sonho maravilhoso!
(num caso de aperto, encontrar um "poiso", não é como ir ao paraíso?)
Claras Manhãs
Jantei e fui tomar café.
Não foi o "habeas corpus2, mas uma sensação de desconforto ...
e era verdade.
O 6º sentido existe.
Não recebo os comentários no e-mails porque não percebo nada disto.
Responder ao comentário, respondi, só não sei o endereço para onde enviei.
Acho piada aos médicos com as receitas para prisão de ventre.
Estou no com,putador da m/mulher, o meu deixou de piar e não faz o que lhe mando.
Pelo menos que funcionem as alvoraçadas funções intestinais.
Desculpe a resposta, mas estou pior que um bicho ...
Não admito que um funcionário meu, (não tenho nenhum), se recuse a funcionar ... para isso é que o contratei como funcionário.
O "fame" era do latim que significa "fome". Mas a frase também podia ser habeas corpus macrus, se o meu latim não falha.
Amigo você anda distraído ! Não leu as noticias hoje ?
Pois então leia:
EUA: Flatulência é crime
Um homem de 34 anos é acusado, entre outros crimes, de lançar um disparo flatulento contra um agente policial.
http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/11991
Táxi Pluvioso
Por acaso pensei que estava a pensar errado.
Coisa rara em mim, que de línguas ... tenho tido algumas reclamações.
Mas o mais caricato é como vim descobrir o comentário ... é que uso os métodos artesanais, AQUI NA ESCRITA ... porque no resto, nunca fui apreciador de trabalhos manuais.
Vou partir para terras de ignaáros como eu.
É sempre, COMO, (de comer)!,
Não abunda a fome e a sede.
Talvez me dê bem.
Maria
Eu ando sempre atrasado.
Só leio as notícias da véspera.
É que o meu "parceiro" é o IOL.
Mas deixei de comentar neles, por terem censurado um texto.
Não admito e apesar de ter dois e-mails, com pedidos de desculpa, não as aceito ...
No tempo certo e ne altura ideal é que temos que provar a verticalidade.
>No tempo certo e ne altura ideal é que temos que provar a verticalidade
Apoiado! Até que a morte nos estenda na horizontal !
Maria
Se o comentário fosse parar onde devia, ao e-mail, tinha dado com ele, mas não sei receber assim os comentários e depois "atirá-los" para o blog.
Mas se fosse do Gmail, dizia-me há quantas horas ... por isso faço as contas por alto, são dois dias.
Diz bem ... a morte.
Não quer dizer que a a morte seja assim uma coisa, mas aceito-a!
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