José, a juventude do corpo vai-se, não o podemos evitar... a jovialidade do espírito é nossa, podemos defendê-la do caruncho e do bafio, para lá do que se imagina... a minha mãe tem 91 anos e uma motivação que ilumina os mais abúlicos com que se cruza... é deixar entrar o sol, é acreditar que existe muito de belo atrás das cortinas cinzentas onde por vezes nos escondemos. Boas energias para si
Hoje lembrei-me do que aprendi antes de crescer fisicamente, que mentalmente parei há muitos anos. Os nomes próprios, para além doutros menos próprios, começam sempre com maiúculas. Isto a propósito de me "custar" escrever com minúscula "inêspimentel". Para tal, faço sempre "copy" e "past", não para me aliviar dessa carga "contranatura" e culpar outros (neste caso o PC), mas para não dar por ela e começar sorrateiramente a escrever. Sou juiz em causa minha e ilibo-me a mim próprio.
Agora que desabafei ... vamos começar.
Tive uma tia avó que morreu com 96 anos. Gostava muito de passear, mas vivia num 3º andar no Bairro Alto. Já aqui o disse. Mesmo por cima da casa de fados, "O Forcado", (eu assisti ao seu nascimento há muitos anos). (Nem sei se ainda existe, pois há alguns anos, muitos, penso eu, que não passo por lá). Tinha mais dificuldade em descer do que subir e quando me apanhava mais um primo, tínhamos que vir pô-la a "arejar" e falar com as poucas pessoas que com a sua idade ainda conhecia. Oferecemos-lhe uns sapatos, que num passeio lhe magoaram os pés. Chegada a casa foi "escaldar" os pés e disse-nos: - Malditos sapatos que me fizeram um calo. Vou ficar aleijada para toda a vida ...
Também posso "ir" amanhã ... mas hoje estou vivo e tenho que viver da melhor maneira, mesmo correndo o risco, se necessitar, de cair na mão dum médico mercenário ...
A vida com bafio e caruncho é dos bichos ... Por isso, com este belo tempo, de chuva "pegadinha2 desde ontem, mantenho a janela aberta, para numa aberta ir comprar o jornal, antes que as notícias, que já são de ontem, se atrasem mais.
Aqui não necessitei do "copy e past". É tiro e queda.
Já nem sei se fui eu que disse isto ao meu cão que não possuo, se foi o meu cão, que não possuo que disse ao do vizinho de frente, que também não o possui.
Meu caro amigo Zé Torres Ora aí está uma grande verdade, mas não para todos! Há os que se calam, sem mesmo estarem presos na varanda. Coitados! Mas a maioria ladra que se farta!!!
11 comentários:
José Torres
Se me prendem, fico ainda mais furioso e mais barulho faço:
Pensa o cão!
Abraço,
Daniel
José, a juventude do corpo vai-se, não o podemos evitar... a jovialidade do espírito é nossa, podemos defendê-la do caruncho e do bafio, para lá do que se imagina... a minha mãe tem 91 anos e uma motivação que ilumina os mais abúlicos com que se cruza... é deixar entrar o sol, é acreditar que existe muito de belo atrás das cortinas cinzentas onde por vezes nos escondemos.
Boas energias para si
eheheheh eu dispenso as duas coisas...uma nova versão do provérbio "os cães ladram e a caravana passa", será?
beijos e tudo de bom
Daniel Costa
O cão que não possuo, tem plena liberdade ...
inespimentel
Hoje lembrei-me do que aprendi antes de crescer fisicamente, que mentalmente parei há muitos anos.
Os nomes próprios, para além doutros menos próprios, começam sempre com maiúculas.
Isto a propósito de me "custar" escrever com minúscula "inêspimentel".
Para tal, faço sempre "copy" e "past", não para me aliviar dessa carga "contranatura" e culpar outros (neste caso o PC), mas para não dar por ela e começar sorrateiramente a escrever.
Sou juiz em causa minha e ilibo-me a mim próprio.
Agora que desabafei ... vamos começar.
Tive uma tia avó que morreu com 96 anos.
Gostava muito de passear, mas vivia num 3º andar no Bairro Alto.
Já aqui o disse.
Mesmo por cima da casa de fados, "O Forcado", (eu assisti ao seu nascimento há muitos anos).
(Nem sei se ainda existe, pois há alguns anos, muitos, penso eu, que não passo por lá).
Tinha mais dificuldade em descer do que subir e quando me apanhava mais um primo, tínhamos que vir pô-la a "arejar" e falar com as poucas pessoas que com a sua idade ainda conhecia.
Oferecemos-lhe uns sapatos, que num passeio lhe magoaram os pés.
Chegada a casa foi "escaldar" os pés e disse-nos:
- Malditos sapatos que me fizeram um calo.
Vou ficar aleijada para toda a vida ...
Também posso "ir" amanhã ... mas hoje estou vivo e tenho que viver da melhor maneira, mesmo correndo o risco, se necessitar, de cair na mão dum médico mercenário ...
A vida com bafio e caruncho é dos bichos ...
Por isso, com este belo tempo, de chuva "pegadinha2 desde ontem, mantenho a janela aberta, para numa aberta ir comprar o jornal, antes que as notícias, que já são de ontem, se atrasem mais.
Carla
Aqui não necessitei do "copy e past".
É tiro e queda.
Já nem sei se fui eu que disse isto ao meu cão que não possuo, se foi o meu cão, que não possuo que disse ao do vizinho de frente, que também não o possui.
Vem comer bolo!!!
Amigo, hoje é meu niver, gostaria de receber sua visita.
Estou com problemas com a net, mas logo será resolvido.
Bjim!
Meu caro amigo Zé Torres
Ora aí está uma grande verdade, mas não para todos!
Há os que se calam, sem mesmo estarem presos na varanda. Coitados!
Mas a maioria ladra que se farta!!!
Uma noite tranquila e repousante.
Beijinhos
Mariazita
Mariazita
O meu cão que não tenho não é como o dono, que o não é, por não poder ser, por não o ter..
Não me fecho, antes pelo contrário, desabafo logo ... e não gosto de prisões.
Ana Maria
O bolo estava bom, pena que o champanhe não estivesse mais fresquinho.
Um Tchim! Tchim!
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