Também existe o amor em tempo de guerra. Talvez a fazer o papel de contraponto da paz. Dir-se-ia que o amor na guerra é a paz que se desterra.
No seguimento da tua conversa, confesso também nunca estar à vontade com algo cedido, por empréstimo. Sendo nosso, podemos fazer experiências e dá sempre certo. Um abraço Daniel
Laurinha espreitando a ver se encontra o amigo por aqui!... Já cá ando na slides e com tempo cronometrado, istod e ter filhos maiores é no que dá...deita-te, descansa, não vás para o pc...tu conduzires? tás xéxé ó mãe? só 5 minutos ali, deita-te mãe, deixa a roupa mãe, senta-te aqui, ai, ai e eu que já esqueci que fui operada à cabeça de novo, na sexta feira...bolas, eu estou bem, tão bem, arre... Beijinhos e como ia dizendo, o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os...
São duas coisas que nunca mais acabarão. Pelo menos, enquanto a forma de vida for a que conhecemos. As guerras estão sempre garantidas enquanto houver munições ... E Portugal também as fomenta, porque as fabrica.
Sobre as máquinas, não esqueço o refrão, "quem estraga velho, paga novo". E por vezes não é o dinheiro que conta ...
Talvez até se atraiam. Não há amor sem "guerra" e a "guerra" com amor, é outra coisa. Só um jogo de palavras. Um bom fim de semana e obrigada pela visita. Para já, ainda mexo ...
Também com carinho se criaram os filhos. Quem os bem educou, recebe agora o tributo. São diferentes nas ideias, mas talvez tenham a razão que nós não tínhamos na idade deles. Espero que a recuperação esteja de acordo com o programado. Não se esqueça de "programar o som, para o mínimo", penso que deve ser um choque ... sentir as coisas a "mexerem" nos ouvidos ...
Que tudo esteja a seu contento e ... cumpra lá as ordens dos mais novos ... (filhos).
Não posso fazer distinções nos comentários, mas não me coibo de o escrever aqui. Ainda que com redundância e sem querer ferir susceptibilidades, aqui fica tudo resumido de forma resumida:
"o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os..."
Alguém pode acrescentar mais alguma coisa para engrandecer?
8 comentários:
José Torres
Também existe o amor em tempo de guerra. Talvez a fazer o papel de contraponto da paz. Dir-se-ia que o amor na guerra é a paz que se desterra.
No seguimento da tua conversa, confesso também nunca estar à vontade com algo cedido, por empréstimo. Sendo nosso, podemos fazer experiências e dá sempre certo.
Um abraço
Daniel
E neste caso nem se pode dizer que os opostos se atraem
beijos e espero que esteja tudo bem
bom fim de semana
Laurinha espreitando a ver se encontra o amigo por aqui!...
Já cá ando na slides e com tempo cronometrado, istod e ter filhos maiores é no que dá...deita-te, descansa, não vás para o pc...tu conduzires? tás xéxé ó mãe? só 5 minutos ali, deita-te mãe, deixa a roupa mãe, senta-te aqui, ai, ai e eu que já esqueci que fui operada à cabeça de novo, na sexta feira...bolas, eu estou bem, tão bem, arre... Beijinhos e como ia dizendo, o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os...
Daniel Costa
São duas coisas que nunca mais acabarão.
Pelo menos, enquanto a forma de vida for a que conhecemos.
As guerras estão sempre garantidas enquanto houver munições ...
E Portugal também as fomenta, porque as fabrica.
Sobre as máquinas, não esqueço o refrão, "quem estraga velho, paga novo".
E por vezes não é o dinheiro que conta ...
Um bom fim de semana.
Carla
Talvez até se atraiam.
Não há amor sem "guerra" e a "guerra" com amor, é outra coisa.
Só um jogo de palavras.
Um bom fim de semana e obrigada pela visita.
Para já, ainda mexo ...
Laura
Também com carinho se criaram os filhos.
Quem os bem educou, recebe agora o tributo.
São diferentes nas ideias, mas talvez tenham a razão que nós não tínhamos na idade deles.
Espero que a recuperação esteja de acordo com o programado.
Não se esqueça de "programar o som, para o mínimo", penso que deve ser um choque ... sentir as coisas a "mexerem" nos ouvidos ...
Que tudo esteja a seu contento e ... cumpra lá as ordens dos mais novos ... (filhos).
Não posso fazer distinções nos comentários, mas não me coibo de o escrever aqui.
Ainda que com redundância e sem querer ferir susceptibilidades, aqui fica tudo resumido de forma resumida:
"o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os..."
Alguém pode acrescentar mais alguma coisa para engrandecer?
As arnmas são diferentes.
Scrapie
Também se fossem iguais, talvez não se chamasse amor ou guerra ...
Seria ... bem tenho o termo ... mas não o consigo escrever...
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