O VIDEIRINHO

sábado, janeiro 31, 2009

- O amor e a guerra fazem-se da mesma forma, mas têm resultados opostos !

8 comentários:

Daniel Costa disse...

José Torres

Também existe o amor em tempo de guerra. Talvez a fazer o papel de contraponto da paz. Dir-se-ia que o amor na guerra é a paz que se desterra.

No seguimento da tua conversa, confesso também nunca estar à vontade com algo cedido, por empréstimo. Sendo nosso, podemos fazer experiências e dá sempre certo.
Um abraço
Daniel

Carla disse...

E neste caso nem se pode dizer que os opostos se atraem
beijos e espero que esteja tudo bem
bom fim de semana

Laura disse...

Laurinha espreitando a ver se encontra o amigo por aqui!...
Já cá ando na slides e com tempo cronometrado, istod e ter filhos maiores é no que dá...deita-te, descansa, não vás para o pc...tu conduzires? tás xéxé ó mãe? só 5 minutos ali, deita-te mãe, deixa a roupa mãe, senta-te aqui, ai, ai e eu que já esqueci que fui operada à cabeça de novo, na sexta feira...bolas, eu estou bem, tão bem, arre... Beijinhos e como ia dizendo, o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os...

xistosa, josé torres disse...

Daniel Costa

São duas coisas que nunca mais acabarão.
Pelo menos, enquanto a forma de vida for a que conhecemos.
As guerras estão sempre garantidas enquanto houver munições ...
E Portugal também as fomenta, porque as fabrica.

Sobre as máquinas, não esqueço o refrão, "quem estraga velho, paga novo".
E por vezes não é o dinheiro que conta ...

Um bom fim de semana.

xistosa, josé torres disse...

Carla

Talvez até se atraiam.
Não há amor sem "guerra" e a "guerra" com amor, é outra coisa.
Só um jogo de palavras.
Um bom fim de semana e obrigada pela visita.
Para já, ainda mexo ...

xistosa, josé torres disse...

Laura

Também com carinho se criaram os filhos.
Quem os bem educou, recebe agora o tributo.
São diferentes nas ideias, mas talvez tenham a razão que nós não tínhamos na idade deles.
Espero que a recuperação esteja de acordo com o programado.
Não se esqueça de "programar o som, para o mínimo", penso que deve ser um choque ... sentir as coisas a "mexerem" nos ouvidos ...

Que tudo esteja a seu contento e ... cumpra lá as ordens dos mais novos ... (filhos).

Não posso fazer distinções nos comentários, mas não me coibo de o escrever aqui.
Ainda que com redundância e sem querer ferir susceptibilidades, aqui fica tudo resumido de forma resumida:

"o amor e a guerra dão coisas diferentes, o amor dá filhos e a guerra leva-os..."

Alguém pode acrescentar mais alguma coisa para engrandecer?

Anónimo disse...

As arnmas são diferentes.

xistosa, josé torres disse...

Scrapie

Também se fossem iguais, talvez não se chamasse amor ou guerra ...
Seria ... bem tenho o termo ... mas não o consigo escrever...