

Hoje fecha-se o último ciclo, desta pandilha, leva, farroupilhas, ordinários, biltres, miseráveis, pelintras, corja de maltrapilhos, insignificantes, vis, desprezíveis, ridículos e sei lá que mais, com a última eleição deste bando de ladroagem.

O "mor", (Cavaco) que não pode meter a mão no saco, talvez até não o utilize no dia-a-dia, já está no poleiro.

Há uns dias elegemos o "Ali Babá e os 40 ladrões", não só para "As noites na arábia", ou "As mil e uma noites", mas também para os dias.
É nestes - dias - que somos espoliados dos euros que sobraram depois de pagarmos aos patrões e infernizados de deveres e obrigações, onde mal surgem as poucas regalias.
Estes também estão garantidos durante uns anos, salvo se pisarem o Ali Babá ou se atravessarem nos seus ímpios caminhos.
Depois do depois vem a nossa faceta de carneiros.
Sim que o povo português é ordeiro, para além de carneiro.

Na falta de pulhas, bandidos, ladrões, agiotas, onzeneiros, usurários, tratantes, vamos eleger os ladranzanas de proximidade.
(Nesta panóplia até temos um que foi condenado a 7 anos de prisão, não por um seu inimigo, mas por um colectivo de juízes, por CORRUPTO.
Carneiramente vai ter maioria absoluta.
"Ganda" POVO de Oeiras!!!)

São a corja, que salvo honrosas excepções - os dedos das mãos são demais para os contar - que à "porta de casa" nos levam os restos dos trocos que o Ali Babá nos deixou, em troca de nadas ...
São aqueles gordos e vermelhuchos - outros não tanto porque até há mulheres - que sendo ladrões profissionais, os tribunais adiam ... adiam ... até à eternidade, modificar o BI, ao "íntegro" cidadão, que na senda dos nossos navegadores de antanho, também enviam expedições para paraísos fiscais.

São aqueles que em meia dúzia de anos, conseguiram gostar de charutos (dos bons, como é lógico) e "arranjar" sacos de dinheiro, só com o suor da sua língua.
São aqueles que até se dão ao luxo de, nas instalações camarárias, distribuírem banalidades que sabem ser do agrado da carneiragem que os continua a adular e bajular.

São aqueles que ... onde a administração central não pode chegar com as mãos, as utilizam - as deles - e de NORTE a SUL, se locupletam em proveito próprio, quais insaciáveis feras ávidas de notas.

São aqueles que, indiciados de crimes, que facilmente se podem provar, continuam "a monte" no meio de todos nós e a morder-nos pela calada, não só da noite, mas em pleno dia e todos os dias da semana, mês, anos e inexoravelmente, autárquicas após autárquicas.
São esses, os abnegados senhores dos nossos anéis.

O "mor", (Cavaco) que não pode meter a mão no saco, talvez até não o utilize no dia-a-dia, já está no poleiro.

Há uns dias elegemos o "Ali Babá e os 40 ladrões", não só para "As noites na arábia", ou "As mil e uma noites", mas também para os dias.
É nestes - dias - que somos espoliados dos euros que sobraram depois de pagarmos aos patrões e infernizados de deveres e obrigações, onde mal surgem as poucas regalias.
Estes também estão garantidos durante uns anos, salvo se pisarem o Ali Babá ou se atravessarem nos seus ímpios caminhos.
Os inefáveis amigos do alheio
Depois do depois vem a nossa faceta de carneiros.
Sim que o povo português é ordeiro, para além de carneiro.

Na falta de pulhas, bandidos, ladrões, agiotas, onzeneiros, usurários, tratantes, vamos eleger os ladranzanas de proximidade.
(Nesta panóplia até temos um que foi condenado a 7 anos de prisão, não por um seu inimigo, mas por um colectivo de juízes, por CORRUPTO.
Carneiramente vai ter maioria absoluta.
"Ganda" POVO de Oeiras!!!)

São a corja, que salvo honrosas excepções - os dedos das mãos são demais para os contar - que à "porta de casa" nos levam os restos dos trocos que o Ali Babá nos deixou, em troca de nadas ...
São aqueles gordos e vermelhuchos - outros não tanto porque até há mulheres - que sendo ladrões profissionais, os tribunais adiam ... adiam ... até à eternidade, modificar o BI, ao "íntegro" cidadão, que na senda dos nossos navegadores de antanho, também enviam expedições para paraísos fiscais.

São aqueles que em meia dúzia de anos, conseguiram gostar de charutos (dos bons, como é lógico) e "arranjar" sacos de dinheiro, só com o suor da sua língua.
São aqueles que até se dão ao luxo de, nas instalações camarárias, distribuírem banalidades que sabem ser do agrado da carneiragem que os continua a adular e bajular.

São aqueles que ... onde a administração central não pode chegar com as mãos, as utilizam - as deles - e de NORTE a SUL, se locupletam em proveito próprio, quais insaciáveis feras ávidas de notas.

São aqueles que, indiciados de crimes, que facilmente se podem provar, continuam "a monte" no meio de todos nós e a morder-nos pela calada, não só da noite, mas em pleno dia e todos os dias da semana, mês, anos e inexoravelmente, autárquicas após autárquicas.
São esses, os abnegados senhores dos nossos anéis.

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