As loiras são o mito erótico por excelência.
Em "Blonde (Obras maestras de la fotografía erótica) de Michelle Olley (Ed. Libsa) 2003", estão seleccionados os melhores instantâneos, dos melhores fotógrafos, protagonizadas por beldades loiras.
Um texto – na edição espanhola – explica-nos a importância das loiras na mitologia erótica através dos séculos, na religião, na literatura, no cinema, na música …
São muitas as citadas, desde Marylin Monroe, Jayne Mansfield a Madona, passando, evidentemente, por quem a autora considera a encarnação da loira perfeita: Marilyn Monroe, ou a minha diva preferida, Brigitte Bardot.
As palavras de Madonna para a revista Rolling Stone, com as quais abriu a introdução, resumem perfeitamente este livro:
“Ser loira é definitivamente outro estado mental.
Posso não acertar, mas a arte de ser loira tem uma espécie de conotação sexual incrível”.
Assim, as loiras que encontramos no livro são de todo o tipo e condição: explosivas, tímidas, cândidas, “vizinha do lado”, exuberantes, insípidas, modelos, ambíguas, doces, selvagens … atiradiças, “moscas mortas” e até transexuais.
A maneira como foram fotografadas também foi do mais díspar.
É o que faz reunir fotógrafos tão diferenciados.
Não é raro que apareçam idílicas imagens a preto e branco realizadas por Pascal Baetens, ambientes oitocentistas de Steve Colby, toques sado nas fotos de John Dietrich, magros modelos que posam para Sandro Hyams, ou mais chicha nas modelos de Craig Morey e evidentemente, todo o colorido e a parafernália das composições de Pierre e Giles.
Porque se há algo que não falta a este livro são nomes ilustres, tanto no “bando” dos fotógrafos, onde encontramos, aparte os mencionados, nomes como James & James, Tony Ward ou Trevor Watson, como nos modelos, onde há nomes tão conhecidos para o grande público como a desaparecida Lolo Ferrari, (a sua vida), Mamie Van Doren ou Marlene Morreau.
SUBLIMIDADE
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2 comentários:
Loiras yes!!!
Táxi Pluvioso
Para desenjoar, muito, ou melhor, muitas!
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