Tudo é sexo ainda
que não o pratiques, ou precisamente quando não o praticas é mais sexo do que
nunca.
Refiro-me à ansiedade que provoca.
Ao instinto.
Ao princípio da incerteza.
Refiro-me a essa obsessão pela crença de que não há duas fricções iguais mas sim uma mesma fricção elevada a infinitos contextos.
Refiro-me a essa obsessão em repetir em espiral uma só sensação e, retê-la e, adorná-la e, dotá-la de fantasia e, demarcá-la sem querer.
Ou o conceito de abandono como opção: abandonar-se a alguém por amor, confiança, ou arrastado por um tsunami de curiosidade, ou simples niilismo.
Ou o sexo passado.
Recordar uma e outra vez aquele encontro e somar-lhe inevitáveis vícios, ou que se branqueie a dor de um passado em comum mal resolvido.
Refiro-me à ansiedade que provoca.
Ao instinto.
Ao princípio da incerteza.
Refiro-me a essa obsessão pela crença de que não há duas fricções iguais mas sim uma mesma fricção elevada a infinitos contextos.
Refiro-me a essa obsessão em repetir em espiral uma só sensação e, retê-la e, adorná-la e, dotá-la de fantasia e, demarcá-la sem querer.
Ou o conceito de abandono como opção: abandonar-se a alguém por amor, confiança, ou arrastado por um tsunami de curiosidade, ou simples niilismo.
Ou o sexo passado.
Recordar uma e outra vez aquele encontro e somar-lhe inevitáveis vícios, ou que se branqueie a dor de um passado em comum mal resolvido.
Pensar só nela e que o resto dos corpos conduzem-te a ela ainda que conheças de memória como é o sexo com ela, os seios exemplares dela ou a sua humidade relativa.
Ainda que o passar do tempo guarde insana proporção com o desejo.
Ou essa inesgotável curiosidade por conhecer o que já intuis.
O fetiche de um sutiã ou o segredo aos gritos que guarda esse mesmo decote.
Ou essa luta entre iguais distintos.
Querer o mesmo do outro ou procurar o prazer de procurar prazer no outro enquanto o outro procura o prazer de procurar prazer em ti.
A PESQUISA em maiúsculas.
O encontro.
E experiência não programada.
O aqui te agarro, aqui te fo*o, digo, "como".
Os preconceitos.
Ainda que o passar do tempo guarde insana proporção com o desejo.
Ou essa inesgotável curiosidade por conhecer o que já intuis.
O fetiche de um sutiã ou o segredo aos gritos que guarda esse mesmo decote.
Ou essa luta entre iguais distintos.
Querer o mesmo do outro ou procurar o prazer de procurar prazer no outro enquanto o outro procura o prazer de procurar prazer em ti.
A PESQUISA em maiúsculas.
O encontro.
E experiência não programada.
O aqui te agarro, aqui te fo*o, digo, "como".
Os preconceitos.
A delgada linha vermelha.
A ausência de mapas.
Os currículos inventados.
A boca que cospe um peixe morto, mas não engole.
O universo numa cama.
O universo na bancada da cozinha.
Ou no armário dos contadores.
Ou no retrovisor de um táxi.
Ou no banco de trás de um Smart.
A novidade.
A luta de egos.
Assumir a iniciativa ou ser brusco ou delicado ou submisso.
Ou olhar nos olhos ou fechá-los.
Diz-me como “fod*s”” e dir-te-ei quem és.
Sim, disse “fod*r”.
Tu chamas-lhe sexo sem amor, para mim é a soma de dois amores próprios.
A ausência de mapas.
Os currículos inventados.
A boca que cospe um peixe morto, mas não engole.
O universo numa cama.
O universo na bancada da cozinha.
Ou no armário dos contadores.
Ou no retrovisor de um táxi.
Ou no banco de trás de um Smart.
A novidade.
A luta de egos.
Assumir a iniciativa ou ser brusco ou delicado ou submisso.
Ou olhar nos olhos ou fechá-los.
Diz-me como “fod*s”” e dir-te-ei quem és.
Sim, disse “fod*r”.
Tu chamas-lhe sexo sem amor, para mim é a soma de dois amores próprios.
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