Por trás de cada empresário, esconde-se um perfeito idiota.
Empresário é o eufemismo que utiliza aquele que procura ganhar dinheiro de uma maneira imaginativa.
O que não digo que seja fácil: implica estudar o mercado, procurar potenciais nichos de negócio e contribuir para a sua inovação para infiltrar-se, posicionar-se e finalmente sacar vantagens.
É exactamente isto que os eleva à categoria de perfeitos imbecis: o seu único fim é ganhar dinheiro.
Tal e qual os investidores bolsistas, tal e qual financeiros e contabilistas, tal e qual banqueiros.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Caçar os lucros e encher-se: esse é o seu grande objectivo.
Subir escalões na Forbes, graças a estratégias de negócios (baseadas, normalmente, em espezinhar os de baixo ou transformá-los em números, gráficos, contas finais, ou seja, desumanizar quanto mais humanidade melhor, para os seus bolsos.
Ou dito de outra maneira: o seu sonho é acabar medindo pénis com notas de dólar de milhões.
Chamai-me romântico, mas sou dos que admiram a vocação profissional.
Admiro o médico, admiro o maestro, admiro o artista capaz de transmitir sensações, admiro a mulher que cuida da minha avó (eu seria incapaz), admiro o cientista, admiro o arquitecto, admiro o engenheiro que projecta pontes, barragens e máquinas capazes de fabricar batatas chips e até patos de borracha.
Toda esta gente constrói e, num mundo mais justo, deveriam ganhar mais dinheiro que qualquer ‘operário’ de Wall Street.
Eu, por exemplo, já encontrei o meu objectivo: agora sou taxista (não tachista!), conduzo por aí o meu barco com rodas.
Sou feliz e esta vida “de marinheiro” ajuda-me a continuar a crescer.
Sei que jamais serei milionário, o que até certo ponto me deixa muito feliz.
O meu sonho é que estes quadrilheiros viciosos, que eu também tenho ajudado a eleger, sejam degredados, mas vigiados, para uma qualquer ilha do Caribe ou um offshore (mesmo um destes!).
Empresário é o eufemismo que utiliza aquele que procura ganhar dinheiro de uma maneira imaginativa.
O que não digo que seja fácil: implica estudar o mercado, procurar potenciais nichos de negócio e contribuir para a sua inovação para infiltrar-se, posicionar-se e finalmente sacar vantagens.
É exactamente isto que os eleva à categoria de perfeitos imbecis: o seu único fim é ganhar dinheiro.
Tal e qual os investidores bolsistas, tal e qual financeiros e contabilistas, tal e qual banqueiros.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Caçar os lucros e encher-se: esse é o seu grande objectivo.
Subir escalões na Forbes, graças a estratégias de negócios (baseadas, normalmente, em espezinhar os de baixo ou transformá-los em números, gráficos, contas finais, ou seja, desumanizar quanto mais humanidade melhor, para os seus bolsos.
Ou dito de outra maneira: o seu sonho é acabar medindo pénis com notas de dólar de milhões.
Chamai-me romântico, mas sou dos que admiram a vocação profissional.
Admiro o médico, admiro o maestro, admiro o artista capaz de transmitir sensações, admiro a mulher que cuida da minha avó (eu seria incapaz), admiro o cientista, admiro o arquitecto, admiro o engenheiro que projecta pontes, barragens e máquinas capazes de fabricar batatas chips e até patos de borracha.
Toda esta gente constrói e, num mundo mais justo, deveriam ganhar mais dinheiro que qualquer ‘operário’ de Wall Street.
Eu, por exemplo, já encontrei o meu objectivo: agora sou taxista (não tachista!), conduzo por aí o meu barco com rodas.
Sou feliz e esta vida “de marinheiro” ajuda-me a continuar a crescer.
Sei que jamais serei milionário, o que até certo ponto me deixa muito feliz.
O meu sonho é que estes quadrilheiros viciosos, que eu também tenho ajudado a eleger, sejam degredados, mas vigiados, para uma qualquer ilha do Caribe ou um offshore (mesmo um destes!).
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1 comentário:
Aldrabar é empreendedorismo, como agora se diz.
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