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A pandilha ou farroupilha que nos
chula, conseguiu um feito: a dívida soberana portuguesa ascende a mais de duzentos e seis mil milhões de
euros, sim, duzentos e seis mil milhões, não duzentos e seis mil.
Como me parece que ainda me
recordo do que é dividir (tenho a calculadora na mão) resulta que nos toca ±20.000
de “pastel” per capita, incluindo as crianças de peito, ou seja, uma família de
4 membros (viris ou não) deve, para os ignominiosos do "grande poder", a intimorata
quantia de mais de 20.000 euros de nada.
E eu interrogo-me, como podemos comer e calar?
Como podemos degustar tanta merda e ainda por cima agradecer-lhes por nos
deixarem comer?
Eu não devo um euro a ninguém; durante os lustros do cavaquismo
continuei a viver na minha pequena casa e a pagar indignado, (cada vez mais
indignado) mas a pronto, os meus gastos.
Ou seja, declaro-me em rebeldia fiscal
e ética contra estes estripadores que nos esquartejam vivos.
Que confisquem as
contas paradisíacas a banqueiros, políticos e empresários que ordenharam a vaca
até a deixarem exaurida e ainda sobrará dinheiro para colocar na Saúde, na
Justiça e na Educação, em lugar que lhes corresponde, num país que se
autoproclama desenvolvido.
NÃO HÁ CORNOS PARA
TANTO CABRÃO, NEM TETAS PARA TANTO MAMÃO!!!
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