Penso que o humor é independente da linguagem, falada ou escrita. Recordo o cinema mudo (Chaplin) e as imagens ou sequências que nos fazem rir, sem necessidade da lingua. Talvez o caso mude de figura quando se quer verbalizar o humor, quando não se tem vocação de humurista ou não se domina a língua na qual se quer expressar, no entanto por vezes esse facto também faz rir, recordo as gafes dos políticos quando menosprezam a nossa lingua...
E mesmo que alguém nos acuda, o humor muda de país para país. Por exemplo os ingleses fazem humor com as palavras, homónimas, homófonas e homógrafas, nem sei se ainda se chamam assim. Na linguagem gestual, não faço a mínima ideia.
8 comentários:
José Torres
Falar por gestos, o humor não resulta, então temos de apelar ao optimismo e Deus nos acuda!
Abraço
Daniel
Penso que o humor é independente da linguagem, falada ou escrita. Recordo o cinema mudo (Chaplin) e as imagens ou sequências que nos fazem rir, sem necessidade da lingua. Talvez o caso mude de figura quando se quer verbalizar o humor, quando não se tem vocação de humurista ou não se domina a língua na qual se quer expressar, no entanto por vezes esse facto também faz rir, recordo as gafes dos políticos quando menosprezam a nossa lingua...
Abraço
Carlos Rebola
No beijo francês também.
É verdade, fica difícil. Xistosa um belo fim de semana prá ti.
Beijos carinhosos.
Cleo
Daniel Costa
E mesmo que alguém nos acuda, o humor muda de país para país.
Por exemplo os ingleses fazem humor com as palavras, homónimas, homófonas e homógrafas, nem sei se ainda se chamam assim.
Na linguagem gestual, não faço a mínima ideia.
Carlos Rebola
Por palavras é que estará a dificuldade ou a facilidade, mas só nas gafes ...
Táxi Pluvioso
E no inglês e ... torna-se difícil rir, sim senhor, (se o "meliante" for um tipo normal).
Cleo
Fica difícil, mas havendo colaboração, tudo se entende.
Obrigada e, um bom fim de semana, também.
Enviar um comentário