O VIDEIRINHO

domingo, maio 19, 2013

MULHERES…

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Nada disto é real, penso, enquanto beijo uma jovem no banco traseiro do meu táxi. 

Chama-se Laura, Joana ou Patrícia (talvez vinte e cinco anos, 1,65 de altura, magra, lábios grossos, pele cor de leite e sardas). 

Segundo me disse, veio ao Porto para conhecer o seu pai. 

Agora Laura, Joana ou Patrícia mete-me a sua língua enquanto noto como desliza uma mão em direcção ás minhas entrepernas. 

Eu faço o mesmo colando a minha por baixo da camisola e acaricio o seu ventre (noto um piercing, uma bola fria). 

Subo os dedos até que deparo com o aro do sutiã e tento passá-los por debaixo, mas não consigo. 

Demasiado apertado. 
 
  Desenho de Pablo Picasso

Assim subo até à copa e tento com o polegar abrir caminho para o bordo do encaixe até que encontro um mamilo intumescido, pequeno, delicado. 

Nisto ela dá um gemido, ergue-se, lança os braços para atrás e num clique livra-se do sutiã, momento que aproveito para abarcar com ambas mãos toda a extensão dos seus peitos. 

Ela desabotoa-me as calças e agora introduz a sua mão... agarra-me o sexo. 

Decidida baixa a cabeça e começa numa felação. 

Quando chego ao "cume" e prestes a explodir digo-lhe: 

- Espera! 
Ainda não. 

 

Afasto o seu corpo, estico o braço, meto a mão por entre as suas “leggins” afrouxando-as até que consigo alcançar o seu sexo. 

Noto-o húmido. 

Começo a acariciar-lhe o clítoris e nisto ela replica gritando-me ao ouvido: 
- Papá, Papá… 
Não me deixes nunca. 
Diz-me que és o meu pai.  

Sou o teu pai, digo-lhe admirado. 

– Diz-mi outra vez. 

– Sou teu pai. 

– Mas… 

- Sou teu pai. 

Laura, Joana ou Patrícia alcançou um orgasmo prolongado. 

Noto convulsões no seu ventre. 

Num instante afasta-me a mão, ajeita os “leggings” e, sem dizer palavra, abre a porta do táxi e sai disparada. 

Sigo-a com o olhar enquanto penso em voz alta: 

Estão todas loucas, todas…
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1 comentário:

Táxi Pluvioso disse...

Quem tem pai tem tudo.