Nada disto é real, penso, enquanto beijo uma jovem no banco
traseiro do meu táxi.
Chama-se Laura, Joana ou Patrícia (talvez vinte e cinco anos, 1,65 de altura, magra, lábios grossos, pele cor de leite e sardas).
Segundo me disse, veio ao Porto para conhecer o seu pai.
Agora Laura, Joana ou Patrícia mete-me a sua língua enquanto noto como desliza uma mão em direcção ás minhas entrepernas.
Eu faço o mesmo colando a minha por baixo da camisola e acaricio o seu ventre (noto um piercing, uma bola fria).
Subo os dedos até que deparo com o aro do sutiã e tento passá-los por debaixo, mas não consigo.
Demasiado apertado.
Assim subo até à copa e tento com o polegar abrir caminho para o bordo do
encaixe até que encontro um mamilo intumescido, pequeno, delicado.
Nisto ela dá um gemido, ergue-se, lança os braços para atrás e num clique livra-se do sutiã, momento que aproveito para abarcar com ambas mãos toda a extensão dos seus peitos.
Ela desabotoa-me as calças e agora introduz a sua mão... agarra-me o sexo.
Decidida baixa a cabeça e começa numa felação.
Quando chego ao "cume" e prestes a explodir digo-lhe:
- Espera!
Ainda não.
Afasto o seu corpo, estico o braço, meto a mão por entre as suas “leggins” afrouxando-as até que consigo alcançar o seu sexo.
Noto-o húmido.
Começo a acariciar-lhe o clítoris e nisto ela replica gritando-me ao ouvido:
- Papá, Papá…
Não me deixes nunca.
Diz-me que és o meu pai.
– Sou o teu pai, digo-lhe admirado.
– Diz-mi outra vez.
– Sou teu pai.
– Mas…
- Sou teu pai.
Laura, Joana ou Patrícia alcançou um orgasmo prolongado.
Noto convulsões no seu ventre.
Num instante afasta-me a mão, ajeita os “leggings” e, sem dizer palavra, abre a porta do táxi e sai disparada.
Sigo-a com o olhar enquanto penso em voz alta:
Estão todas loucas, todas…
Chama-se Laura, Joana ou Patrícia (talvez vinte e cinco anos, 1,65 de altura, magra, lábios grossos, pele cor de leite e sardas).
Segundo me disse, veio ao Porto para conhecer o seu pai.
Agora Laura, Joana ou Patrícia mete-me a sua língua enquanto noto como desliza uma mão em direcção ás minhas entrepernas.
Eu faço o mesmo colando a minha por baixo da camisola e acaricio o seu ventre (noto um piercing, uma bola fria).
Subo os dedos até que deparo com o aro do sutiã e tento passá-los por debaixo, mas não consigo.
Demasiado apertado.
Desenho de Pablo Picasso
Nisto ela dá um gemido, ergue-se, lança os braços para atrás e num clique livra-se do sutiã, momento que aproveito para abarcar com ambas mãos toda a extensão dos seus peitos.
Ela desabotoa-me as calças e agora introduz a sua mão... agarra-me o sexo.
Decidida baixa a cabeça e começa numa felação.
Quando chego ao "cume" e prestes a explodir digo-lhe:
- Espera!
Ainda não.
Afasto o seu corpo, estico o braço, meto a mão por entre as suas “leggins” afrouxando-as até que consigo alcançar o seu sexo.
Noto-o húmido.
Começo a acariciar-lhe o clítoris e nisto ela replica gritando-me ao ouvido:
- Papá, Papá…
Não me deixes nunca.
Diz-me que és o meu pai.
– Sou o teu pai, digo-lhe admirado.
– Diz-mi outra vez.
– Sou teu pai.
– Mas…
- Sou teu pai.
Laura, Joana ou Patrícia alcançou um orgasmo prolongado.
Noto convulsões no seu ventre.
Num instante afasta-me a mão, ajeita os “leggings” e, sem dizer palavra, abre a porta do táxi e sai disparada.
Sigo-a com o olhar enquanto penso em voz alta:
Estão todas loucas, todas…
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1 comentário:
Quem tem pai tem tudo.
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