O VIDEIRINHO

quarta-feira, setembro 14, 2011

LER PARA CRER

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Ler antes de adormecer (nunca adiar uma  queca, seja por que motivo for!) é um bom costume que de tanto praticar, terminou em converter-se numa necessidade. 

Hoje em dia não posso fechar os olhos sem antes tê-los “esfregado” por alguns parágrafos de um qualquer livro, sem contudo, não deixar de dar liberdade ao libido, antes ou depois. 

Não importa o cansaço; leio sempre algo mesmo quando o sono não me deixa interpretar a leitura. 

Costumo avançar de letra em letra, mesmo sem entender peva ou nicles e isso é suficiente e predispõe-me para poder descansar tranquilamente. 




Por isso é que ontem à noite não sabia se estava a sonhar, ou se o que ocorria era efectivamente verdade. 

Quando abri o livro, na página que o marcador assinalava, notei que a história tinha desaparecido. 

Não havia nada para ler. 

As letras tinham desaparecido das folhas e todas as páginas estavam completamente em branco. 

Incrédulo – e bastante assustado – fechei o livro com toda a força, esperei uns segundos e voltei a abri-lo. 

A história tinha regressado. 

Só faltava reiniciá-la.
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2 comentários:

tulipa disse...

Gostei de ler.
Tem o dom da escrita
tem muita imaginação!!!
Isso é bom, muito bom.
Há cérebros que já não funcionam.

Indo de encontro ao que deixou escrito no comentário do meu blog, eu respondo:
Isso de arranjar uma fuga para ir ao cinema, é como tudo na vida...
temos que ir, mesmo que a nossa vontade se torne preguiçosa...
muitas vezes não saio de casa por uma enorme preguiça, mas...quando vou à rua faço tudo o que tinha deixado por fazer.
Eu tinha preguiça de dar o 1º passo
depois é tudo mais fácil.
Experimente o que lhe digo!

Já me aconteceu ver 2 filmes seguidos, um às 14h e quando esse terminava, outro às 16h 30m

Cumprimentos e uma boa semana.

xistosa, josé torres disse...

tulipa

Nem aqui na solidão das quatro paredes, consigo ver um filme.
Estão vagarosamente dispostos numa qualquer prateleira, alinhados com o tempo que me vão esperar.
Muitos morrerão... a espera será longa, quiçá, interminável.
Não tenho pachorra para algumas coisas... e já não vou mudar.
Posso estar enganado... mas deixo a vida escorrer à cadência do meu gosto e como gosto.
Cumprimentos.