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Ler antes de adormecer (nunca adiar uma queca, seja por que motivo for!) é um bom costume que de tanto praticar, terminou em converter-se numa necessidade.
Hoje em dia não posso fechar os olhos sem antes tê-los “esfregado” por alguns parágrafos de um qualquer livro, sem contudo, não deixar de dar liberdade ao libido, antes ou depois.
Não importa o cansaço; leio sempre algo mesmo quando o sono não me deixa interpretar a leitura.
Costumo avançar de letra em letra, mesmo sem entender peva ou nicles e isso é suficiente e predispõe-me para poder descansar tranquilamente.
Por isso é que ontem à noite não sabia se estava a sonhar, ou se o que ocorria era efectivamente verdade.
Quando abri o livro, na página que o marcador assinalava, notei que a história tinha desaparecido.
Não havia nada para ler.
As letras tinham desaparecido das folhas e todas as páginas estavam completamente em branco.
Incrédulo – e bastante assustado – fechei o livro com toda a força, esperei uns segundos e voltei a abri-lo.
A história tinha regressado.
Só faltava reiniciá-la.
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2 comentários:
Gostei de ler.
Tem o dom da escrita
tem muita imaginação!!!
Isso é bom, muito bom.
Há cérebros que já não funcionam.
Indo de encontro ao que deixou escrito no comentário do meu blog, eu respondo:
Isso de arranjar uma fuga para ir ao cinema, é como tudo na vida...
temos que ir, mesmo que a nossa vontade se torne preguiçosa...
muitas vezes não saio de casa por uma enorme preguiça, mas...quando vou à rua faço tudo o que tinha deixado por fazer.
Eu tinha preguiça de dar o 1º passo
depois é tudo mais fácil.
Experimente o que lhe digo!
Já me aconteceu ver 2 filmes seguidos, um às 14h e quando esse terminava, outro às 16h 30m
Cumprimentos e uma boa semana.
tulipa
Nem aqui na solidão das quatro paredes, consigo ver um filme.
Estão vagarosamente dispostos numa qualquer prateleira, alinhados com o tempo que me vão esperar.
Muitos morrerão... a espera será longa, quiçá, interminável.
Não tenho pachorra para algumas coisas... e já não vou mudar.
Posso estar enganado... mas deixo a vida escorrer à cadência do meu gosto e como gosto.
Cumprimentos.
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