
Bom dia … (sim, é isso, um pro forma, boa tarde ou boa noite, como mandam os mandamentos), meus querid@s amig@s que andam com a cabeça no ar, tocando os céus.
Isto é uma mensagem para a Administração da empresa Ryanair.
Já vos digo, cabrões.
Perdão.
Que raio é isso de que com um piloto chega para pilotar (que raio haveria de ser?) aviões em curtas distâncias.
Vamos lá começar pelo princípio.
Para quem como eu, tem medo em voar (não será voar, que não sei, nem fui feito com asas …) – pelo menos, para os que nos atrevemos a reconhecê-lo, não há distâncias curtas a bordo de um avião; todas são eternas.
Bem, esclarecido este ponto, avante.
Não se torna especialmente excitante sermos uns cobardes em questões de voar, é uma condição que não nos aporta glamour, nem elevação.

Somos obrigados a recorrer ao automóvel, ou ao romântico trem, para desfrutar das nossas românticas férias; efectivamente, a América e arredores são uma utopia para nós.
Suportamos estoicamente em charlas infestadas de frases feitas, os argumentos dos que voam tranquilamente, ou melhor dito, inconscientemente.
Inundam-nos e aturdam-nos de dados sobre a segurança dos aviões no que respeita a qualquer outro meio de transporte.
São tão contundentes nas suas explanações que nós os “medrosos” não podemos senão agachar a cabeça ou recorrer ao chiste fácil para sairmos airosos da pressão do meio.
Já vêem, magnatas do ar, não é fácil a vida do temeroso, mas podemos assegurar que fazemos os nossos esforços para superar a nossa pequena tara.

No fundo – e isto é uma confissão – todos nós gostaríamos de viver um voo transatlântico com turbulência e tempestade tropical sem pestanejar, como se fossemos estrelas do rock ou executivos de uma multinacional.
Estão a topar a mensagem?
Isto da nossa integração no espaço aéreo é um esforço de equipe, todos necessitamos de todos.
E, verdade seja dita, saber que na cabine do avião há somente um triste piloto e um computador controlado por um controlador (é propositada a redundância) que só pensa em fazer greve, não ajuda muito.
Eu pessoalmente, vou dar-lhes uma margem de manobra e cortesia para que rectifiquem e me metam na cabine quatro ou cinco pilotos com o ordenado em ordem, caso contrário, passo à bicicleta para o resto de meus dias.
Tenham uma boa viagem!
.
Isto é uma mensagem para a Administração da empresa Ryanair.
Já vos digo, cabrões.
Perdão.
Que raio é isso de que com um piloto chega para pilotar (que raio haveria de ser?) aviões em curtas distâncias.
Vamos lá começar pelo princípio.
Para quem como eu, tem medo em voar (não será voar, que não sei, nem fui feito com asas …) – pelo menos, para os que nos atrevemos a reconhecê-lo, não há distâncias curtas a bordo de um avião; todas são eternas.
Bem, esclarecido este ponto, avante.
Não se torna especialmente excitante sermos uns cobardes em questões de voar, é uma condição que não nos aporta glamour, nem elevação.

Somos obrigados a recorrer ao automóvel, ou ao romântico trem, para desfrutar das nossas românticas férias; efectivamente, a América e arredores são uma utopia para nós.
Suportamos estoicamente em charlas infestadas de frases feitas, os argumentos dos que voam tranquilamente, ou melhor dito, inconscientemente.
Inundam-nos e aturdam-nos de dados sobre a segurança dos aviões no que respeita a qualquer outro meio de transporte.
São tão contundentes nas suas explanações que nós os “medrosos” não podemos senão agachar a cabeça ou recorrer ao chiste fácil para sairmos airosos da pressão do meio.
Já vêem, magnatas do ar, não é fácil a vida do temeroso, mas podemos assegurar que fazemos os nossos esforços para superar a nossa pequena tara.

No fundo – e isto é uma confissão – todos nós gostaríamos de viver um voo transatlântico com turbulência e tempestade tropical sem pestanejar, como se fossemos estrelas do rock ou executivos de uma multinacional.
Estão a topar a mensagem?
Isto da nossa integração no espaço aéreo é um esforço de equipe, todos necessitamos de todos.
E, verdade seja dita, saber que na cabine do avião há somente um triste piloto e um computador controlado por um controlador (é propositada a redundância) que só pensa em fazer greve, não ajuda muito.
Eu pessoalmente, vou dar-lhes uma margem de manobra e cortesia para que rectifiquem e me metam na cabine quatro ou cinco pilotos com o ordenado em ordem, caso contrário, passo à bicicleta para o resto de meus dias.
Tenham uma boa viagem!
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2 comentários:
Eu também tenho medo de voar... sem avião.
Táxi Pluvioso
Comigo o que mais falta me faz é o pára-quedas!
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