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Toda a mulher que seduzir um homem para que ele se case com ela, utilizando-se de sapatos de salto alto ou outros artifícios (...) será castigada com as penas de bruxaria.
Lei promulgada no séc. XV, pelo parlamento inglês.
Os sapatos de salto alto agulha são uma fonte de feminismo e elegância, símbolo de poder social e cultural. São ainda o campeão de preferência fetichista, um objecto de sedução que leva qualquer homem à loucura.

Nos píncaros de uns brutos tacões elevados à enésima potência, caminhava ou, pelo menos tentava com dificuldade manter um férreo controlo do seu corpo digno de uma atleta olímpica.
O seu andar era lento e cadenciado mas não por tentar ser lânguida e sensual, mas sim, simplesmente, porque era o único andar possível sobre aqueles sapatos.
Um amigo que caminhava em sentido contrário, ao vê-la, dirigiu-se sorridente até ela e, antes que pudesse balbuciar qualquer palavra, a jovem apoiou-se nele descansando alternadamente sobre os seus pés o seu peso e queixando-se do misógino filho de uma grande p*** vaca, que tinha inventado semelhante estrutura andante para as mulheres.

Por que é que os calças?
Interrogou ele, como se fosse possível iludir essa tortura, entre a maioria das mulheres, se vêem “obrigadas” a submeter-se.
Por que é que os calço?
Repetiu um par de vezes, incrédula.
Não vez como vou vestida?
Vou a um evento importantíssimo e combinar com este vestido um sapato raso era arruinar-me.
Ele rebateu que ela tinha toda a razão, mas não percebia onde estavam escritas essas absurdas normas e, antes que ela pudesse replicar alguma coisa, atirou-lhe, que os sapatos de salto não estavam feitos para andar, nem sequer para agradarem ás mulheres, mas sim, que o único objectivo dos sapatos de tacão agulha era dirigido directamente à libido masculina; exactamente por isso, tinham sido desenhados por um homem.

Além disso, uma mulher que caminha com a lentidão sensual que esses tacões impõem não pode fugir com rapidez do "ladrão de serviço" ou do galã inoportuno.
Depois de uns breves instantes de perplexidade, ela replicou que talvez não conseguisse fugir, mas podia cravar o tacão nas ventas dos mesmíssimos.
Lei promulgada no séc. XV, pelo parlamento inglês.
Os sapatos de salto alto agulha são uma fonte de feminismo e elegância, símbolo de poder social e cultural. São ainda o campeão de preferência fetichista, um objecto de sedução que leva qualquer homem à loucura.

Nos píncaros de uns brutos tacões elevados à enésima potência, caminhava ou, pelo menos tentava com dificuldade manter um férreo controlo do seu corpo digno de uma atleta olímpica.
O seu andar era lento e cadenciado mas não por tentar ser lânguida e sensual, mas sim, simplesmente, porque era o único andar possível sobre aqueles sapatos.
Um amigo que caminhava em sentido contrário, ao vê-la, dirigiu-se sorridente até ela e, antes que pudesse balbuciar qualquer palavra, a jovem apoiou-se nele descansando alternadamente sobre os seus pés o seu peso e queixando-se do misógino filho de uma grande p*** vaca, que tinha inventado semelhante estrutura andante para as mulheres.

Por que é que os calças?
Interrogou ele, como se fosse possível iludir essa tortura, entre a maioria das mulheres, se vêem “obrigadas” a submeter-se.
Por que é que os calço?
Repetiu um par de vezes, incrédula.
Não vez como vou vestida?
Vou a um evento importantíssimo e combinar com este vestido um sapato raso era arruinar-me.
Ele rebateu que ela tinha toda a razão, mas não percebia onde estavam escritas essas absurdas normas e, antes que ela pudesse replicar alguma coisa, atirou-lhe, que os sapatos de salto não estavam feitos para andar, nem sequer para agradarem ás mulheres, mas sim, que o único objectivo dos sapatos de tacão agulha era dirigido directamente à libido masculina; exactamente por isso, tinham sido desenhados por um homem.

Além disso, uma mulher que caminha com a lentidão sensual que esses tacões impõem não pode fugir com rapidez do "ladrão de serviço" ou do galã inoportuno.
Depois de uns breves instantes de perplexidade, ela replicou que talvez não conseguisse fugir, mas podia cravar o tacão nas ventas dos mesmíssimos.
Continua ...
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1 comentário:
Agora já é um adereço masculino, e eles não vão pra fogueira.
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