Perdem-se as guerras por capitulação, tratados de paz, armistícios ou simplesmente por rendição incondicional.
O Ocidente perdeu a guerra do Iraque e está na iminência de sair também derrotado do Afeganistão.
O presidente Obama manteve a sua palavra de retirar todas as tropas de combate antes de 31 de Agosto de 2010.
Mas a guerra foi perdida a julgar pelos atentados quase diários contra soldados estrangeiros e principalmente contra iraquianos que de alguma maneira cooperam com as tropas invasoras.
Nunca poderia acabar bem uma guerra que se construiu sobre a torpe mentira de grandes dimensões.
Caiu o sanguinário ditador Sadam Husseim que foi julgado e executado.
Foi-se aquele regime ignominioso.
Mas depois de sete anos de guerra não há governo sólido em Bagdad, o futuro repartir-se-á entre facções que lutam entre si para conseguir o poder, chiitas, sunitas e curdos querem a sua porção territorial, económica e militar.
Mataram mais de cinco mil soldados da aliança, principalmente norte americanos.
A cifra de vítimas iraquianas calcula-se em mais de cem mil civis.
A guerra perdeu-se e o que tenta Obama é abandonar o Iraque com dignidade.
A situação no Afeganistão não é melhor.
Os talibãs ganharam zonas de influência e poder.
Os países que fazem parte da aliança contra os talibãs é superior a trinta.
Mas a presença de tropas no Afeganistão converteu-se num pesadelo para chegar até ao final, sabendo que terão de deixar este estado complexo da Ásia Central em que se desplumaram os impérios britânico, soviético e agora norte americano.
Sócrates não quis militares (para combate) no Iraque.
Para não ser abandonado pelos aliados, precipitou-se a enviar tropas para o Afeganistão que actuavam debaixo do mando da ONU.
Durão, todavia, não se dignou a dizer-nos que nos mentiu miseravelmente.
Posto que uma vitória no Afeganistão é pouco provável, quiçá impossível o mais inteligente seria retirar o grosso das tropas e procurar outras fórmulas para reduzir o perigo terrorista que chega daquele país que não se renderá.
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O Ocidente perdeu a guerra do Iraque e está na iminência de sair também derrotado do Afeganistão.
O presidente Obama manteve a sua palavra de retirar todas as tropas de combate antes de 31 de Agosto de 2010.
Mas a guerra foi perdida a julgar pelos atentados quase diários contra soldados estrangeiros e principalmente contra iraquianos que de alguma maneira cooperam com as tropas invasoras.
Nunca poderia acabar bem uma guerra que se construiu sobre a torpe mentira de grandes dimensões.
Caiu o sanguinário ditador Sadam Husseim que foi julgado e executado.
Foi-se aquele regime ignominioso.
Mas depois de sete anos de guerra não há governo sólido em Bagdad, o futuro repartir-se-á entre facções que lutam entre si para conseguir o poder, chiitas, sunitas e curdos querem a sua porção territorial, económica e militar.
Mataram mais de cinco mil soldados da aliança, principalmente norte americanos.
A cifra de vítimas iraquianas calcula-se em mais de cem mil civis.
A guerra perdeu-se e o que tenta Obama é abandonar o Iraque com dignidade.
A situação no Afeganistão não é melhor.
Os talibãs ganharam zonas de influência e poder.
Os países que fazem parte da aliança contra os talibãs é superior a trinta.
Mas a presença de tropas no Afeganistão converteu-se num pesadelo para chegar até ao final, sabendo que terão de deixar este estado complexo da Ásia Central em que se desplumaram os impérios britânico, soviético e agora norte americano.
Sócrates não quis militares (para combate) no Iraque.
Para não ser abandonado pelos aliados, precipitou-se a enviar tropas para o Afeganistão que actuavam debaixo do mando da ONU.
Durão, todavia, não se dignou a dizer-nos que nos mentiu miseravelmente.
Posto que uma vitória no Afeganistão é pouco provável, quiçá impossível o mais inteligente seria retirar o grosso das tropas e procurar outras fórmulas para reduzir o perigo terrorista que chega daquele país que não se renderá.
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