
O conteúdo deste arrazoado é só para adultos.
Portanto, se ainda não estás maduro, zarpa e vai aportar a outro poiso.
Ah! E não te esqueças de verificar o BI.
“Petting” (roçar - acariciar – com conotação sexual), é um termo que os anglo-saxões utilizam para denominar esse leque de jogos que enriquecem as relações sexuais.
Falar da sexualidade humana é falar de pessoas, de seres.
De ele e de ela.
De momento não me pronuncio pelo ele/ele ou o ela/ela, mas podem fazer a interpolação e interpretação ao livre arbítrio de cada um.
Tanto em termos de sentimentos como em termos de sentidos.
De fisiologia e de emotividade.
De paixão e de vontade.
De razão e sem razão.
É falar de nós.
“Petting” é a palavra certa, voluptuosa, dos anglo-saxões para designar um cicio, num jogo de carícias, massagens e tudo o que nos aflui, que rodeia as relações sexuais.

Isto enriquece em duas linhas de igual importância, a sensitiva ou física e a emocional.
Há uma relação directa entre a quantidade de tempo que se dedica à estimulação própria e d@ parceir@ e o prazer sentido.
Assim mesmo, é sabido que tanto a mulher como o homem, necessitam com o avançar da idade de maior estimulação, mais variada e diversa, para alcançar um nível de excitação suficiente que proporcione uma resposta satisfatória.
Quanto mais tempo se dedique à estimulação própria d@ parceir@, tanto mais prazenteira será a relação e, chegado ao orgasmo, tanto mais intensamente se viverá.

Desde um ponto de vista emocional, o darmos esse tempo para um contacto mais provocador e insinuante antes, e mais delicado e relaxante depois, brinda-nos com a oportunidade de comunicarmos, de chegar ao parceiro e que ele chegue até nós.
Porque não devemos esquecer que antes de tudo, é comunicação e a comunicação não é sempre verbal.
As carícias, os beliscões ou mordiscos, os beijos, os suspiros, um olhar, um duche “a dois”, uma massagem com óleo de bebés … tudo vale dentro dessa comunicação, dentro desse “petting”.
O facto de sempre se ter afirmado uma maior demanda de “petting” por parte das mulheres tem a sua razão de ser por duas causas.

Por um lado, um maior grau de emotividade intrínseco à feminilidade – patente nos diferentes instintos mais antropológicos.
E por outro lado, devido a uma mais lenta e prolongada Fase de Excitação da Resposta Sexual Humana, na mulher – lubrificação e acomodação dos genitais como receptores.
Concluindo, todos os momentos e dedicação que dediquemos aos preliminares e ao prolongamento das nossas relações de parceiros, par ou casal – válido e aplicável à auto-estimulação – é um investimento de frutos assegurados, tanto emocionais como físicos.
Vamos já começar a abraçar loucamente @ parceir@ e aguardemos tratamento semelhante.
É por isso que a vida é bela e começa com um orgasmo, (ou mais ou menos).
Portanto, se ainda não estás maduro, zarpa e vai aportar a outro poiso.
Ah! E não te esqueças de verificar o BI.
“Petting” (roçar - acariciar – com conotação sexual), é um termo que os anglo-saxões utilizam para denominar esse leque de jogos que enriquecem as relações sexuais.
Falar da sexualidade humana é falar de pessoas, de seres.
De ele e de ela.
De momento não me pronuncio pelo ele/ele ou o ela/ela, mas podem fazer a interpolação e interpretação ao livre arbítrio de cada um.
Tanto em termos de sentimentos como em termos de sentidos.
De fisiologia e de emotividade.
De paixão e de vontade.
De razão e sem razão.
É falar de nós.
“Petting” é a palavra certa, voluptuosa, dos anglo-saxões para designar um cicio, num jogo de carícias, massagens e tudo o que nos aflui, que rodeia as relações sexuais.

Isto enriquece em duas linhas de igual importância, a sensitiva ou física e a emocional.
Há uma relação directa entre a quantidade de tempo que se dedica à estimulação própria e d@ parceir@ e o prazer sentido.
Assim mesmo, é sabido que tanto a mulher como o homem, necessitam com o avançar da idade de maior estimulação, mais variada e diversa, para alcançar um nível de excitação suficiente que proporcione uma resposta satisfatória.
Quanto mais tempo se dedique à estimulação própria d@ parceir@, tanto mais prazenteira será a relação e, chegado ao orgasmo, tanto mais intensamente se viverá.

Desde um ponto de vista emocional, o darmos esse tempo para um contacto mais provocador e insinuante antes, e mais delicado e relaxante depois, brinda-nos com a oportunidade de comunicarmos, de chegar ao parceiro e que ele chegue até nós.
Porque não devemos esquecer que antes de tudo, é comunicação e a comunicação não é sempre verbal.
As carícias, os beliscões ou mordiscos, os beijos, os suspiros, um olhar, um duche “a dois”, uma massagem com óleo de bebés … tudo vale dentro dessa comunicação, dentro desse “petting”.
O facto de sempre se ter afirmado uma maior demanda de “petting” por parte das mulheres tem a sua razão de ser por duas causas.

Por um lado, um maior grau de emotividade intrínseco à feminilidade – patente nos diferentes instintos mais antropológicos.
E por outro lado, devido a uma mais lenta e prolongada Fase de Excitação da Resposta Sexual Humana, na mulher – lubrificação e acomodação dos genitais como receptores.
Concluindo, todos os momentos e dedicação que dediquemos aos preliminares e ao prolongamento das nossas relações de parceiros, par ou casal – válido e aplicável à auto-estimulação – é um investimento de frutos assegurados, tanto emocionais como físicos.
Vamos já começar a abraçar loucamente @ parceir@ e aguardemos tratamento semelhante.
É por isso que a vida é bela e começa com um orgasmo, (ou mais ou menos).
24JUL2010
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4 comentários:
...que aula, my God!
a teoria está perfeita.
quando começa a prática?
rsrsrs
bj
Vivian
Neste caso devemos começar com a prático e só depois teorizar ... (rsss, rsss, rsss).
Um abração.
O meu poste de hoje é sobre o tempo, e na verdade tudo tem o seu tempo ,a arte do amor e de amar assim o dita envolvimento emocional e todos os carinhos são elementos essenciais
bom domingo
Multiolhares
E quando temos tempo ... temos que o aproveitar.
Mesmo que não sobre, há sempre um tempito ...
Uma boa semana
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