Mas não num monarca qualquer, mas sim no rei mago, Baltasar e governe as finanças.
De momento mobilizou outro bilião de dólares, com “b” de barbaridade, para limpar a banca, que está tão suja que sentimos náuseas em vê-la e por isso ninguém mais olha para ela.
É muito dinheiro para detergentes, mas não há outro remédio senão gastá-lo, já que os resíduos tóxicos têm entupido todos os canais.
“Merda do diabo”, chamava-lhe Papini ao dinheiro, apesar de que não o conhecia para além da vista, como sempre sucedeu à grande maioria dos escritores.
Agora converteu-se no grande ausente, mas penso que tem que estar nalguma parte.
Chega um momento em que os nómadas reaparecem.
O grande projecto da esperança negra é acabar com os especuladores, mas terá primeiro que fazer uma campanha colossal a favor da pena de morte e não são essas as suas convicções.
Não se sabe se o “Plano Geithner” está bem traçado, já que não se conhece até ao final.
Mas todos sabemos que o Tesouro dos Estados Unidos não é inesgotável, ainda que Barack Obama fique com alguns trocos.
Apesar de tudo, Barack Obama predica o optimismo, ou pelo menos uma esforçada presença da esperança.
Chega um momento em que os nómadas reaparecem.
O grande projecto da esperança negra é acabar com os especuladores, mas terá primeiro que fazer uma campanha colossal a favor da pena de morte e não são essas as suas convicções.
Não se sabe se o “Plano Geithner” está bem traçado, já que não se conhece até ao final.
Mas todos sabemos que o Tesouro dos Estados Unidos não é inesgotável, ainda que Barack Obama fique com alguns trocos.
Apesar de tudo, Barack Obama predica o optimismo, ou pelo menos uma esforçada presença da esperança.
Não a sofre o presidente do Fundo Monetário Internacional, Strauss Kahn, que já prognosticou que a crise provocará guerras nos países mais pobres.
Vem de encontro a Napoleão que dizia, que nas guerras morrem sempre os mesmos.
Para nós, a frente de batalha está em Wall Street e não no INEM.
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