À simples vista poder-se-ia confundir com uma montanha ou, como o seu nome reflecte e levou à confusão dos primeiros exploradores da Austrália, como um monte.
O Monte Augustus, se bem que não possa ser catalogado como um montículo de rochas empilhadas, nem por um conjunto de diversos tipos de pedra, barro e material rochoso, como é norma na natureza.
Ao contrário, Augustus, é uma só rocha, “uma grande pedra digna dos deuses do Olimpo” como o definiram os seus primeiros exploradores em homenagem ás grandes pedras que os deuses greco-romanos arrojavam aos ciclopes na “Gigantomaquia”.
Estendendo-se por cerca de 4800 hectares e com uma altura de 717 metros, é a maior pedra à superfície do planeta – tenham em conta que no espaço há asteróides rochosos de dezenas de quilómetros. De facto, muitos historiadores dizem que as rochas da “Gigantomaquia” eram a maneira de explicar os asteróides e meteoritos que tinham os gregos -.
O Millennium Star (Estrela do Milénio), é considerado o diamante mais perfeito e mais caro do mundo.
Encontra-se actualmente exposto no Millennium Dome em Londres.
Foi encontrado na República Democrática do Congo em 1990 por um grupo de exploradores europeus e com os seus 777 quilates foi rapidamente adquirido por uns milhões de dólares, pela conhecida De Beers, que conjuntamente com a ajuda da Steinmetz Diamond Group, passou alguns anos a planificar e estudar minuciosamente o corte.
Graças à ajuda de complexos modelos computorizados, conseguiram cortar o diamante perfeitamente, obtendo como resultado um diamante de 203,04 quilates, que por sua vez é o maior dentro dos “top-cor” (D)”.
Se bem que não tenha um preço estabelecido, os especialistas calculam que vale muito mais que as 100 milhões de libras esterlinas (mais ou menos 120 milhões de dólares) em que foi seguro.
A importância histórica desta pedra foi fundamental para a decifração dos hieróglifos egípcios.
Criada na era de ptolomáica, com Ptolomeu V – em que os gregos controlavam o Egipto – mais exactamente em 196 a.C., continha uma passagem do texto escrito em hieróglifos, domeico e grego, duma isenção de impostos ao povo.
Foi descoberta em 1799 por militares de Napoleão.
Utilizando este texto como ponto de comparação com outros existentes, o médico britânico Thomas Young, tentou arranjar um elo para a escrita.
Mas foi em 1822 que Jean-François Champollion conseguiu decifrar o profundo mistério da escrita egípcia e hoje o nome desta pedra é sinónimo duma peça chave do conhecimento.
Há centenas ou milhares de rochas em equilíbrio, por tudo o que é sítio em todo o mundo, mas uma rocha balanceante e vertical, só há uma.
Situada na Baía de St. Mary, esta singular pedra de basalto que data do período Terciário, está ligada a uma infinidade de lendas e lamentavelmente tem sido vítima de várias tentativas para derrubá-la, o que só tem sido evitado por estar custodiada pela polícia.
Numa dessas tentativas, um barco cheio de pescadores tentou empurrá-la para as águas, mas por ironia do destino, o barco voltou-se provocando a morte de vários pescadores.
Tarpeia era uma Virgem Vestal que, segundo a lenda, seduzida por Tácio, o rei dos raptores, atraiçoou o seu pai Semprónio Tarpeio (que estava encarregue, pelo rei Rómulo, de defender Roma), abrindo as portas da cidade aos Sabinos, os quais invadiram a cidade e por ironia do destino, acabaram por sufocá-la (com os escudos) até à morte, pois era este o castigo dado aos traidores .
Foi um duro golpe no orgulho romano já que Tarpeia, para além de traidora era Vestal.
Estas cuidavam da Chama de Roma e por isso eram adoradas pela sociedade.
Na verdade, se por exemplo uma Vestal passasse pela frente dum condenado à morte, a este era-lhe perdoada logo a condenação.
Também nos Jogos e nos Teatros, os seus lugares eram muito superiores aos dos Senadores.
A traição era uma indignação tão grande, quer para vencidos quer para vencedores, que o seu corpo foi levado para o alto da Rocha, que seria o local do Capitólio e arrojada no vazio.
A partir desse dia, a rocha foi baptizada de Vestal e seria utilizada para assassinar traidores e cobardes.
Na imagem podes observar Tarpeia no meio de romanos e sabinos e ao fundo (se ampliares a imagem) vês a rocha que teria o seu nome.
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3 comentários:
Também um ajuntamento de lusos se chama monte e não montanha, excepto se estiver o Cristiano Ronaldo, aí é montanha porque tem um pico.
Táxi Pluvioso
Pensei que um ajuntamento de lusos, fosse uma manada, de cavalos (ou cavais), daqueles puros ... só não sei se nas ilhas havia selvagens, pois aquelas fintas todas não podem ser, dum ser normal ...
Gosto muito dos artigos de ótima qualidade do seu Blog. Quando for possível dá uma passadinha para ver nosso Curso de Ingles. Daienne
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