... HÁ UM MOMENTO DE POESIA DE QUEM GOSTO DAS PALAVRAS, vindas daqui.

ignorando teu aviso, teu oráculo
tentei os versos de liras e guitarras
mas quão baixo fui e sem ardor!
É junto aos ventos do kissanje
que sei poemas e caminho meus passos
sobre ondas ao luar e às estrelas de mil mares.
É junto à fogueira do fúnji e das estórias
que faço poemas ansiando mais ao longe
os perfumes telúricos da Poesia
oculta algures na copa mística
.
2 comentários:
Amigo José Torres
É a primeira vez que leio "Namibiano Ferreira", gostei do poema, é bonito. Mas a referência aos embondeiros, trouxe-me à mente recordações destas magnificas e imponentes árvores, a sua imponência é tão grande que obrigava o "Pequeno Príncipe" a arrancar todos os seus rebentos que brotavam no seu asteróide com receio de que elas desequilibrassem o seu mundo, chamava-lhe "baobás", o seu enorme tronco oco, em forma de garrafa, serve de depósito de água nas regiões secas, o seu fruto, a múcua, é fonte de vitaminas e as suas flores são espectaculares como a foto mostra.
Obrigado por me ter dado a conhecer, Namibiano Ferreira.
Um abraço
Carlos Rebola
Carlos Rebola
Embondeiro, foi o que aprendi, mas pode ser imbondeiro, imbendeiros, já é termo angolano, baobás, tal como o "principezinho" e adansónias.
Conheci-as porque estive em Angola na tropa.
Namibiano, tem uma mais "estilizada" que gostei mais, mas não quis desvirtuar o conjunto que ele escolheu.
Um abraço e
INTÉ!!!
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