O VIDEIRINHO

sexta-feira, outubro 01, 2010

AMANHÃ OU NUNCA

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Antes de começar com este raio de trabalho de "obrigação”, que tem de estar pronto todos os dias antes das 24 horas e que devo “entregar” ao “Blogger”, para o “ler” e publicar por mim, vou fazer uma pausa (é sempre possível fazer uma pausa no trabalho, se não estamos a fazer “néstes” ou "nicles"), ou antes de começar qualquer trabalho, para discorrer sobre uma palavra que escutei há pouco: “procrastinação”.

Não comecem a inventar.

Não se trata de nenhum novo epíteto para com, contra ou para o governo.



É uma doença de que padece um grande amigo meu,(*), o síndroma da “tarefa não feita ou executada” e “o propósito não cumprido”, a modos que uma variação plausível de “o que não puderes fazer hoje, faz amanhã que também é dia”.

Ouvi-a de viva voz e interrogado sobre o seu “alcance”, disse-me que se tratava de uma enfermidade que os cientistas, hoje em dia, estudam afincadamente.

Segundo a Wilkipédia, (a fonte de sabedoria para os que sempre nos propusemos a um estudo rigoroso sobre qualquer matéria), escrita no português arcaico de antanho (este antanho com alguns meses), procrastinação é a “ação” ou hábito de postergar actividades ou situações que se deveriam ter em conta, substituindo-as por outras situações mais irrelevantes e agradáveis”.



Ou talvez para uma melhor compreensão: a todo o trabalho “sólido” que for adiado, deve ser compensado com a imediata execução do trabalho “líquido” equivalente ou não, para manter o equilíbrio da Terra.

Face a esta definição, ninguém pode acusar o governo de ser um procrastinador.

É que as suas últimas actividades, nem são irrelevantes, nem agradáveis.

(*)
Este meu amigo, é o que se situa do outro lado do espelho quando o olho de soslaio.

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