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… CONTINUAÇÃO
Aí está o Butão, o pequeno e isolado país dos Himalaias.
As autoridades locais optaram por obrigar todos os cidadãos a vestir de forma tradicional – a kira para as mulheres, (a Kira, composta por uma blusa de seda ou algodão e um pano que é enrolado no corpo até à altura do peito, onde é preso por um alfinete chamado Komá.
Devem também trazer o rachu sobre os ombros, uma espécie de cachecol) e o khô ou kho, para os homens, é uma espécie de roupão largo com uma cinta igualmente avantajada -.
Homens e mulheres aparentam um ar feliz e calmo que á primeira vista parece genuíno.
A riqueza deste pobre país não é o PIB, mas sim a grau de felicidade de cada habitante e encontra-se no TopTen dos países com maior índice de felicidade e bem-estar.
Se entrarmos numa das cinco discotecas que nos últimos anos abriram na capital, a roupa tradicional desapareceu como por magia.
"Quando entramos, tiramos a kira; não gostamos", dizem as jovens com curtas minissaias.
Não é nada do outro mundo dizer que todos temos o direito do mundo de nos vestirmos como queiramos – os butaneses deveriam poder fazê-lo também – é que há algo de fetichismo turístico no empenho que alguns têm em ver as mulheres vietnamitas enfronhadas no aodai.
O que para alguns pode parecer um traje sensual e elegante, uma adolescente local identifica-o como para uma mãe camponesa e um país de outro tempo.
Haverá que nos aferrarmos à lei, não escrita, que indica que tudo volta, incluídas as modas que deixaram de o ser.
É o depositar da última esperança nas contradições da McDonalização: porque são as mulheres ocidentais as que nestes dias compram o qpiao chinês em Shangai, o aodai em Hanói e o sari em Bombaim.
Esses mesmo vestidos estão na moda em Nova Iorque ou Milão e certamente tê-lo-emos de volta à Ásia.
Aí está o Butão, o pequeno e isolado país dos Himalaias.
As autoridades locais optaram por obrigar todos os cidadãos a vestir de forma tradicional – a kira para as mulheres, (a Kira, composta por uma blusa de seda ou algodão e um pano que é enrolado no corpo até à altura do peito, onde é preso por um alfinete chamado Komá.
Devem também trazer o rachu sobre os ombros, uma espécie de cachecol) e o khô ou kho, para os homens, é uma espécie de roupão largo com uma cinta igualmente avantajada -.
Homens e mulheres aparentam um ar feliz e calmo que á primeira vista parece genuíno.
A riqueza deste pobre país não é o PIB, mas sim a grau de felicidade de cada habitante e encontra-se no TopTen dos países com maior índice de felicidade e bem-estar.
Se entrarmos numa das cinco discotecas que nos últimos anos abriram na capital, a roupa tradicional desapareceu como por magia.
"Quando entramos, tiramos a kira; não gostamos", dizem as jovens com curtas minissaias.
Não é nada do outro mundo dizer que todos temos o direito do mundo de nos vestirmos como queiramos – os butaneses deveriam poder fazê-lo também – é que há algo de fetichismo turístico no empenho que alguns têm em ver as mulheres vietnamitas enfronhadas no aodai.
O que para alguns pode parecer um traje sensual e elegante, uma adolescente local identifica-o como para uma mãe camponesa e um país de outro tempo.
Haverá que nos aferrarmos à lei, não escrita, que indica que tudo volta, incluídas as modas que deixaram de o ser.
É o depositar da última esperança nas contradições da McDonalização: porque são as mulheres ocidentais as que nestes dias compram o qpiao chinês em Shangai, o aodai em Hanói e o sari em Bombaim.
Esses mesmo vestidos estão na moda em Nova Iorque ou Milão e certamente tê-lo-emos de volta à Ásia.
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1 comentário:
É pena não terem retrocedido mais na tradição e chegado a Eva (isso sim é que era vestir).
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