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… continuação

Se formos até África, podemos ver alguns rituais como o das mulheres Nuer, na África Oriental, que amarram os pénis dos seus parceiros com uma corda e puxam com toda a força.
Oops!!!
Os Zulus sul-africanos têm por norma não fazer amor durante o dia, já que se o fazem, pensam que não se diferenciarão dos animais.
Os Luo, do Este de África, (da mesma etnia que o pai e o avô de Barack Obama), praticam actos necrófilos.
Pensam que o espírito de uma mulher que morreu virgem poderá ser muito perigoso para eles e assim, pedem a um voluntário que desflore a falecida.
Enfim … sem comentários.
E continuando com espíritos, no Gana, os Twi exigem ás mulheres viúvas que querem voltar a casar, “transar” antes com outro homem que não conheça a sua condição, para libertar-se do espírito do marido morto.

Algo já conhecido como o é a clitoridectomia (extirpação do clítoris) continua sendo bastante habitual em alguns povos africanos.
Depois destas “quecas” todas, chegamos finalmente à Oceania, onde encontramos os habitantes das ilhas Yap, antes de se casarem, praticam o “gichi gich”, que consiste em introduzir ligeiramente o pénis entre os lábios maiores da mulher, que permanece sentada no colo do seu parceiro.
Isto, segundo se diz, faz-lhe ter vários orgasmos.
E uma vez casadas, a postura do missionário é a mais praticada.
As poções de amor e os feitiços ou bruxaria estão muito valorizados nestas sociedades.

Para eles, qualquer êxito amoroso obedece à magia e ao poder que contêm algumas beberagens amorosas.
Não seria nada mau ter alguma para que nos desse uma ajudita …
Há mulheres no Pacífico que continuam a praticar o tatuar dos genitais.
E fazem-no não só por razões estéticas e eróticas, mas também como símbolo do status.
Para terminar, assim como no ocidente, se estreita a mão, os Walbiri da Austrália, “estreitam” os pénis.
Oferecem-nos aos seus anfitriões e não o fazer está considerado como um detalhe de muito má educação.
Por isso já sabes.
Se viajares para aquelas bandas, é pegar e não largar.

Se formos até África, podemos ver alguns rituais como o das mulheres Nuer, na África Oriental, que amarram os pénis dos seus parceiros com uma corda e puxam com toda a força.
Oops!!!
Os Zulus sul-africanos têm por norma não fazer amor durante o dia, já que se o fazem, pensam que não se diferenciarão dos animais.
Os Luo, do Este de África, (da mesma etnia que o pai e o avô de Barack Obama), praticam actos necrófilos.
Pensam que o espírito de uma mulher que morreu virgem poderá ser muito perigoso para eles e assim, pedem a um voluntário que desflore a falecida.
Enfim … sem comentários.
E continuando com espíritos, no Gana, os Twi exigem ás mulheres viúvas que querem voltar a casar, “transar” antes com outro homem que não conheça a sua condição, para libertar-se do espírito do marido morto.

Algo já conhecido como o é a clitoridectomia (extirpação do clítoris) continua sendo bastante habitual em alguns povos africanos.
Depois destas “quecas” todas, chegamos finalmente à Oceania, onde encontramos os habitantes das ilhas Yap, antes de se casarem, praticam o “gichi gich”, que consiste em introduzir ligeiramente o pénis entre os lábios maiores da mulher, que permanece sentada no colo do seu parceiro.
Isto, segundo se diz, faz-lhe ter vários orgasmos.
E uma vez casadas, a postura do missionário é a mais praticada.
As poções de amor e os feitiços ou bruxaria estão muito valorizados nestas sociedades.

Para eles, qualquer êxito amoroso obedece à magia e ao poder que contêm algumas beberagens amorosas.
Não seria nada mau ter alguma para que nos desse uma ajudita …
Há mulheres no Pacífico que continuam a praticar o tatuar dos genitais.
E fazem-no não só por razões estéticas e eróticas, mas também como símbolo do status.
Para terminar, assim como no ocidente, se estreita a mão, os Walbiri da Austrália, “estreitam” os pénis.
Oferecem-nos aos seus anfitriões e não o fazer está considerado como um detalhe de muito má educação.
Por isso já sabes.
Se viajares para aquelas bandas, é pegar e não largar.
27MAI2010
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2 comentários:
O "gichi gich" também era praticado nas discotecas portuguesas.
Táxi Pluvioso
E nas praias debaixo da toalha ou de pé contra uma árvore num local frondoso ou não (rsrsrs)
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