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Apresentou-se em casa da amante do seu marido com uma pistola na mão.
Espumava pela vindicta que imaginara; ia humilhá-la obrigando-a a tirar as roupas, a dançar pela casa toda, exigindo-lhe que lhe explicitasse, tim-tim por tim-tim, com uma almofada, as técnicas amatórias com que o tinha deslumbrado…
Quando no final do dia ele, vaidoso como era, penteadinho e bem cheiroso, abriu com a sua própria chave a casa da sua amante, encontrou-as abraçadas, desnudas, “esfregando-se” uma na outra, no sofá.
(Nota: neste momento já se “desapartaram” e estão
apontando-lhe a quatro mãos!)
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