O VIDEIRINHO

domingo, março 30, 2014

REFLEXÕES

.


ADVERTÊNCIA: 
O conteúdo deste post é uma “estupidice” saída de uma mente enferma; inibam-se pessoas sensíveis ou moralmente corteses. 

A seguir exporei um desses exemplos hipotéticos, perfeitos para perguntar aos teus amigos e fazê-los reflexionar sobre despautérios que certamente, nunca chegarão a acontecer. 

É uma estupidez, mas pelo menos será mais original de que o típico: “Quais a três coisas que te levariam para uma ilha deserta?” 

O caso é o seguinte: 
A tua parceira, num único deslize que, segundo assegura, “não voltará a repetir-se”, fica contagiada com o vírus do SIDA. 

Num rebate de consciência, de culpa e abatimento moral, decide confessar-to para aliviar o seu ónus e suplica o teu perdão. 

Conta-te que a infidelidade ocorreu numa noite de copos, com uma prostituta que convidou um amigo… o típico, já sabes. 

 

A questão é a seguinte: 
Perdoar-lhe-ias? 

NÃO, porque… 

1 – És um filho da p*uta. 

2 – Tem SIDA. 

3 – És um filho da p*ta. 

Ou SIM porque… 

1- És um filho da p*ta, mas sincero.

2 - Tem SIDA. 

Façam as vossas escolhas e argumentem ou, melhor ainda, experimentem-no na vida real, para ver o que sucede! 
.

3 comentários:

Anónimo disse...

A minha resposta sem hesitações:

Ou SIM porque…

1- És um filho da p*ta, mas sincero.

Porque para mim a sinceridade está acima de qualquer outro sentimento até do amor. Esta forma de ser já me trouxe dissabores mas que fazer? Sou assim, é superior a mim. Sou capaz de perdoar praticamente tudo, menos a traição encoberta pela mentira. Trair a minha confiança é o pior que alguém me pode fazer! Puxa Torres,conseguiste pôr-me a falar à séria!

abraço

Margarida

Jose Torres disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jose Torres disse...

"Margarida"

Pois, pois, a chave é um adereço, um fim depois de um meio que nos poderá levar a esse mesmo fim… e no fim… estará aquela porta normalmente entreaberta, ou será fechada?
A vida nem sempre é um abrigo e as chaves já não têm valor… (rsrsrs).
Escancarem-se portas e janelas e aceite-se a vida como um aviso para a morte.