O VIDEIRINHO

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

MORTE NA ARENA

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Ouve-se o bruar da multidão. 

Disputa-se a final do torneio de xadrez: “Máquina contra Homem”. 

Assiste ao evento um estádio repleto que observa os representantes de cada equipa sobre o quadrilátero. 

A figura antropomórfica de um andróide representa os milhares de gigas de memória que vão competir contra os exercitados músculos da brilhante mente humana. 

Milhões de telespectadores acompanham o evento. 

Evolucionado o jogo, o homem, jogando com as peças brancas, faz o seu movimento, saca de um afiado punhal do seu cinto e coloca-o na garganta de seu oponente. 


O jogador das peças pretas, frio como o aço, antecipa-se à clássica ansiedade do seu adversário e com a tranquilidade que só uma máquina pode manusear, move a torre, desembainha um revolver e aponta-o à cabeça do ser humano. 

Dispara sem duvidar. 

Um pequeno corte sobressai sobre a pele artificial que cobre o pescoço do vencedor.


Um supercomputador fabricado pela Fujitsu converteu-se no computador mais rápido do mundo, segundo a classificação TOP500, elaboradas por universidades americanas e alemãs e recolhida pelo diário Nikkei.   

A lista dos computadores mais rápidos do planeta, efectuada duas vezes ao ano, coroou o computador japonês, baptizado como “K” (ainda em desenvolvimento), como o mais veloz. 

“K” o nome da palavra japonesa “kei”, que significa 10 biliões, é um supercomputador localizado no Instituto RIKEN do campus de Ciências da Computação em Kobe, Japão.


“K” alcançou o melhor rendimento de referência Linpack de 8162 petaflops (mil biliões de operações de pontoflutuante por segundo), para ser colocado no topo da lista. 

Além disso, o sistema registou um altíssimo nível com um rácio de eficiência de 93 %, o que o tornou no mais rápido do mundo. 

Com este reconhecimento, o Japão, colocou-se pela primeira vez (nos últimos sete anos) no topo da classificação que historicamente liderou junto com os EUA (nos últimos anos tinha sido ultrapassado pela Índia e China). 

Citado pelo Daily Telegraph, o investigador define o "K" como «uma máquina bastante impressionante», que ocupa 672 compartimentos, consome a mesma energia do que cerca de 10 mil casas e custa 10 milhões de dólares por ano aos seus criadores.
12JUL2011
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1 comentário:

Táxi Pluvioso disse...

Agora basta aplicar essa tecnologia às bonecas insufláveis e descerá a felicidade ao mundo.