
Não se vão encontrar, porque a má gente as colocou a bom recato, mas se um intrépido explorador descobrisse alguma, comprovaria que não há nada dentro dela.
Nada, descrito como uma faca sem cabo à qual lhe falta a lâmina, que nos ameaça a quase todos.
A alguns mais, a outros menos e a outros nada.
Nada, descrito como uma faca sem cabo à qual lhe falta a lâmina, que nos ameaça a quase todos.
A alguns mais, a outros menos e a outros nada.
Não se lhes pode pedir que experimentem o mesmo estado de alarme, aos membros de uma família onde nenhum deles tem trabalho, que à família (de don) Duarte Nuno, por exemplo, que por vezes aparece nas “revistas de coração”, (que nada resolvem dos problemas da vida, mas distraem muito quem nada faz), sem dúvida para que não esqueçamos a formosa diversidade do mundo.

O primeiro ministro, (se ganhar as eleições), subirá os impostos, sobre os ganhos ou rendimentos do capital, (tal como a sua adversária, mesmo que agora o contrarie), medida que não pode parecer adequada a quem os desfruta, mas que também tem as suas complicações.
A chamada "fiscalidade verde" é um grande filão a explorar.
Elevou-se este ano com a subida do tabaco e dos combustíveis, mas sobram ainda muitas coisas por agravar, como por exemplo, apanhar sol, tomar banho no mar, passear com amigos(as), discutir futebol ou até levar o cão. ao jardim.
Tudo vai dar certo.
Sacar de onde não há é uma das coisas mais difíceis do mundo, supostamente, exceptuando a de sacar onde o há.

Os pobres estão acostumados ao saqueio, mas os ricos resistem estóica e heroicamente.
Colocá-los no ponto de mira pode trazer desgostos.
Os que têm os seus olhos postos no dinheiro não considerarão razoável a sua contribuição.
Parece que o Ministério das Finanças e da Administração Pública, especialista em fazer-nos tremer depois de nos ter sorrido, não pensa tomar tal atitude,
É melhor depositar todas as esperanças nos tesos para salvar a situação lamentável dos cofres e arcas do Estado, que por mais que se abanem, nem tugem nem mugem.
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