O VIDEIRINHO

quarta-feira, setembro 02, 2009

SEPARAÇÃO DE PÓS-FÉRIAS

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Com o acabar das férias não pode, nem deve suceder “o jogo” de jogar as malas contra o parceiro; não será em vão: Setembro foi considerado como o mês dos divórcios.

É que as férias – já se sabe -, ou unem ou separam.

As relações entre os casais não são muito diferentes ás da amizade: com os amigos passa-se o mesmo, quando vais com ele
s de férias, ou se estreitam os laços ou se azeda a camaradagem.

Para alguns casais, que vivem vidas paralelas acomodadas à sua individualidade, o desequilíbrio é inevitável quando chegam as férias e têm que estar juntos e interactuar.

Sobretudo se impera a acomodação, a falta de considera
ção e o egoísmo.

No inverno o mal-estar pode camuflar-se e imputá-lo à falta de tempo,
ao excesso de trabalho …, aliás, quando se dispõe de tempo e possibilidades para se desfrutar, já não valem as escusas e as férias trazem à tona todas as discrepâncias e desencontros.




Que as férias são nocivas?

De modo nenhum!

O que se passa é que são postos os pontos no “is”.

Se o casal descuidou a sua relação durante todo o ano, sem prestar atenção ás dificuldades e “problemazecos”, produto da convivência, não pode aspirar que com um equipamento de rancores, mal-estares antigos, contas pendentes, raiva contida; repentinamente, quando chegam as férias, tudo fique cor-de-rosa.

Pois não!

Desgraçadamente, todo o mal-estar acumulado, irrompe da maneira mais inoportuna e a destempo, para amargar os prometidos e desejados momentos felizes.

Por is
so cuidadito com as crises feriais.

E sobretudo, ser prudente antes de atirar tudo pela borda fora.





A maioria dos desgostos não merece a categoria de problemas, são ingénuas contrariedades que há que aprender a contornar e resolver.

Temos que ser capazes de nos colocar no lugar do outro e ver as coisas por outro prisma.

Muitos casais entram numa espiral de destruição por não serem capazes de expressar as suas emoções, por viverem a relação de maneira egoísta e sobretudo pela sua pouca capacidade para a compreensão, para o amor …

Por isso o melhor é deixar falar os sentimentos e não se deixarem vencer pelo rancor; o rancor é o pior companheiro de viajem para o casal; o carinho e a empatia, a bagagem perfeita.



Para tua introspecção:

- Em férias costumas brigar mais com o teu par?

– Quais os ingredientes que te parecem ideais para desfrutar a vida em comunhão?

– Conheces casos de separação após as férias de Verão?

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