
A crise económica, é uma verdade que é global, ainda que seja mais virulenta nos países que insuflamos mais no globo, chegou tão alto, tão alto, que já se nota da Lua.
Falta dinheiro à NASA para mandar astronautas de viagem ao chamado “satélite natural da Terra”! J
á sabíamos que as coisas do espaço se fazem espaçadas, mas agora pararam.
Na conquista desses altos territórios (?) gravitou sempre a competência política.
Vamos ver quem chega antes, diziam os russos, quando a Rússia era a Rússia, aos americanos, quando a América se gabava das torres que “por subestimação, foram ao ar”.

Tudo isso se modificou e os projectos de viajar até à Lua em 2020, terão que esperar.
Os poetas ver-se-ão gostosamente obrigados a escrever baladas.
Houve um, naquele então, o grande Quasimodo, (ou em português, mas muito pobrezinho), que a partir de Itália disse que o homem, “com a sua inteligência laica”, havia colocado um astro junto aos demais astros.
Agora sabemos que, nos últimos quinze anos o número de planetas extra-solares conhecidos já são mais de trezentos.
Falta muito para conquistar antes que se produza a conquista deste planeta suburbano.
Ás viagens espaciais sempre lhes faltou emoção.

Tiveram uma perfeição de relojoaria e não houve mortos.
Portanto, não foram épicas.
Só por acaso, quando uma intrépida cadela chamada “Laika” rondou as constelações.
Tudo o mais foi prodigiosa exactidão e deitar combustível na guerra fria, para aquecer o ambiente.
Agora o que falta é dinheiro.
Segundo a análise da comissão designada por Obama, a Lua seria uma possível plataforma, mas não o objectivo central do programa futuro.
De momento vamos ficar uma boa temporada com os pés colados à Terra.
Como em casa de cada um, ou em nenhuma parte.
.
1 comentário:
Desde que haja dinheiro para ir à terra cuidar das batatas e das couves, tudo bem.
Enviar um comentário