
A notícia do dia, sobretudo para ele, é que Lionel Messi, converteu-se no futebolista mais caro do mundo.
A sua clausula de rescisão, estabelecida pelo Barça, exige que se alguém quiser mudá-lo de cidade e de equipa, terá que desembolsar 250 milhões de euros.
Os ídolos da torcida são abrigados em nichos e deve ser reconhecido que o jovem génio argentino ganhou, não apenas duas paradas, mas muitas.
É ele que mais nos diverte e isso tem que ser pago.
Que culpa tem ele de que o entretenimento se cotize mais que o trabalho?
O facto de que milhares de milionários estão dispostos a ficar sem alguns euros para testemunhar as suas evoluções, é uma decisão voluntária.

Não é que o desporto nos tenha exasperado, mas sim que ás ganas de se divertir não lhe podemos colocar correntes.
Os emolumentos dos deuses do balão e das estrelas de cinema disparou-se, já que todo o mundo faz o que quer com o seu arcabuz.
O actor americano Brad Pitt, melhor dito, cobra, por cada película o equivalente ao orçamento de muitas autarquias juntas.
Naturalmente que faz muito bem, não me refiro aos seus papeis, mas sim à "cobrança"- e agora em S. Sebatián acabou por desmentir que ele seja Deus, cedendo essa responsabilidade a Tarantino.

Coincidem estes esplendores financeiros com a luminosidade com que vão subir as pensões dos portugueses, as ajudas aos reformados, o subsídio de desemprego, o rendimento social de inserção, etc. ... tudo o que mexe nos bolsos esburacados dos portugueses.
Enfim, a sobrevivência de cada português estará apoiada por um sistema que dê oportunidade de acesso aos produtos básicos.
Considerar-se-á assim o leite e o pão, entre outros alimentos.
Também as medicinas e os livros.
Mas isto vai depender dos consumidores.
Não sei se Lionel Messi é um produto básico para a visão, agora que subiu ao palco da fama, como é o grupo do leite ou de um livro.
Pertenço aos dois grupos.
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A sua clausula de rescisão, estabelecida pelo Barça, exige que se alguém quiser mudá-lo de cidade e de equipa, terá que desembolsar 250 milhões de euros.
Os ídolos da torcida são abrigados em nichos e deve ser reconhecido que o jovem génio argentino ganhou, não apenas duas paradas, mas muitas.
É ele que mais nos diverte e isso tem que ser pago.
Que culpa tem ele de que o entretenimento se cotize mais que o trabalho?
O facto de que milhares de milionários estão dispostos a ficar sem alguns euros para testemunhar as suas evoluções, é uma decisão voluntária.

Não é que o desporto nos tenha exasperado, mas sim que ás ganas de se divertir não lhe podemos colocar correntes.
Os emolumentos dos deuses do balão e das estrelas de cinema disparou-se, já que todo o mundo faz o que quer com o seu arcabuz.
O actor americano Brad Pitt, melhor dito, cobra, por cada película o equivalente ao orçamento de muitas autarquias juntas.
Naturalmente que faz muito bem, não me refiro aos seus papeis, mas sim à "cobrança"- e agora em S. Sebatián acabou por desmentir que ele seja Deus, cedendo essa responsabilidade a Tarantino.

Coincidem estes esplendores financeiros com a luminosidade com que vão subir as pensões dos portugueses, as ajudas aos reformados, o subsídio de desemprego, o rendimento social de inserção, etc. ... tudo o que mexe nos bolsos esburacados dos portugueses.
Enfim, a sobrevivência de cada português estará apoiada por um sistema que dê oportunidade de acesso aos produtos básicos.
Considerar-se-á assim o leite e o pão, entre outros alimentos.
Também as medicinas e os livros.
Mas isto vai depender dos consumidores.
Não sei se Lionel Messi é um produto básico para a visão, agora que subiu ao palco da fama, como é o grupo do leite ou de um livro.
Pertenço aos dois grupos.
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