O termo “dogging” é um eufemismo britânico para referir a actividade sexual que se realiza num local semipúblico.
A localização do dito lugar é crucial para esta actividade.
Geralmente são locais afastados do mundanal ruído.
Pode tratar-se de um bosque, de um grande parque, de dunas, da praia … sítios aos quais se acede, habitualmente, melhor de carro.
Frequentemente encontram-se presentes – só espreitando ou participando activamente – mais de duas pessoas.
De facto, pode tornar-se uma situação de sexo em grupo.
A prática de “dogging” nalgumas ocasiões, alenta – directa ou indirectamente – a prática do exibicionismo e do voyeurismo.
O número de participantes, num dado momento, pode ser elevado, dependendo da cidade, do dia, do momento …
Nalgumas ocasiões tudo parece transcorrer tão lentamente que hegam a formar-se grupos extensos.
Um aspecto curioso dos encontros de “dogging” é que amiúde se convocam através da internet e de uma hora para a outra.
As pessoas, frequentemente, não se conhecem antecipadamente.
Há uma tendência nos dias, horas e locais onde a prática é realizada.
Existem pontos geográficos que amiúde se convertem no cenário sexual eleito pelos praticantes
Originalmente, o termo “dogging” usava-se para referir a actividade em que alguém espiava pares que se encontravam num afã sexual dentro do automóvel ou noutro local público.
São os chamados, “frincheiros” ou “espreitas”.
Isto é, o termo usado para referir especificamente um comportamento voyeurista.
Recorde-se que uma parte essencial do voyeurismo tradicional, é a excitação que o espiar práticas sexuais, sem ser visto, lhes produz.
No “dogging” as pessoas olham e exibem-se abertamente.
Neste sentido poder-se-á considerar uma extensão da prática de “swinging” ou intercâmbio de parceiros, a qual se realiza em público.
Parece que esta variante do “dogging” surgiu na Grã Bretanha.
Não obstante, na actualidade, há evidências da sua prática ter alastrado a muitos países mais, como os EUA, Canadá, França, Brasil, Holanda, Austrália; Noruega, Polónia ...

Em Portugal esta prática está a tornar-se mais implementada, talvez devido ao carácter gregário dos portugueses.
Como o exibicionismo e o voyeurismo, a prática de “dogging” em muitos locais representa um delito.
Nalgumas sociedades a lei é mais estrita a este respeito e noutras é mais laxa.
Por cá é considerado atentado ao pudor e penalizada.
Em Espanha, por exemplo, há cidades, como Benidorm, onde até se realizaram muitos vídeos e filmes clandestinos de parceiros praticando “dogging” e é possível encontrar alguns na internet.
Há sites e fóruns especializados em mostrar este tipo de vídeos.
A legislação no Reino Unido é muito curiosa a este respeito.
Estipula que se todos os intervenientes em cenas de “dogging” são adultos, estão ali voluntariamente e se ninguém alheia ao acto, passa pelo local, então não existe delito.
Claramente que isto não oferece nenhuma garantia aos praticantes.

Para tua introspecção:
- Conhecias a prática de “dogging”?
– Alguma vez viste uma situação com essas características?
– Que reacções te evoca?
– Conheces alguém que o pratique?
A localização do dito lugar é crucial para esta actividade.
Geralmente são locais afastados do mundanal ruído.
Pode tratar-se de um bosque, de um grande parque, de dunas, da praia … sítios aos quais se acede, habitualmente, melhor de carro.
Frequentemente encontram-se presentes – só espreitando ou participando activamente – mais de duas pessoas.
De facto, pode tornar-se uma situação de sexo em grupo.
A prática de “dogging” nalgumas ocasiões, alenta – directa ou indirectamente – a prática do exibicionismo e do voyeurismo.
O número de participantes, num dado momento, pode ser elevado, dependendo da cidade, do dia, do momento …
Nalgumas ocasiões tudo parece transcorrer tão lentamente que hegam a formar-se grupos extensos.
Um aspecto curioso dos encontros de “dogging” é que amiúde se convocam através da internet e de uma hora para a outra.
As pessoas, frequentemente, não se conhecem antecipadamente.
Há uma tendência nos dias, horas e locais onde a prática é realizada.
Existem pontos geográficos que amiúde se convertem no cenário sexual eleito pelos praticantes
Originalmente, o termo “dogging” usava-se para referir a actividade em que alguém espiava pares que se encontravam num afã sexual dentro do automóvel ou noutro local público.
São os chamados, “frincheiros” ou “espreitas”.
Isto é, o termo usado para referir especificamente um comportamento voyeurista.
Recorde-se que uma parte essencial do voyeurismo tradicional, é a excitação que o espiar práticas sexuais, sem ser visto, lhes produz.
No “dogging” as pessoas olham e exibem-se abertamente.
Neste sentido poder-se-á considerar uma extensão da prática de “swinging” ou intercâmbio de parceiros, a qual se realiza em público.
Parece que esta variante do “dogging” surgiu na Grã Bretanha.
Não obstante, na actualidade, há evidências da sua prática ter alastrado a muitos países mais, como os EUA, Canadá, França, Brasil, Holanda, Austrália; Noruega, Polónia ...

Em Portugal esta prática está a tornar-se mais implementada, talvez devido ao carácter gregário dos portugueses.
Como o exibicionismo e o voyeurismo, a prática de “dogging” em muitos locais representa um delito.
Nalgumas sociedades a lei é mais estrita a este respeito e noutras é mais laxa.
Por cá é considerado atentado ao pudor e penalizada.
Em Espanha, por exemplo, há cidades, como Benidorm, onde até se realizaram muitos vídeos e filmes clandestinos de parceiros praticando “dogging” e é possível encontrar alguns na internet.
Há sites e fóruns especializados em mostrar este tipo de vídeos.
A legislação no Reino Unido é muito curiosa a este respeito.
Estipula que se todos os intervenientes em cenas de “dogging” são adultos, estão ali voluntariamente e se ninguém alheia ao acto, passa pelo local, então não existe delito.
Claramente que isto não oferece nenhuma garantia aos praticantes.

Para tua introspecção:
- Conhecias a prática de “dogging”?
– Alguma vez viste uma situação com essas características?
– Que reacções te evoca?
– Conheces alguém que o pratique?
SEXO NO CARRO
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