
A Reserva Federal dos EUA confirma que a economia estabilizou, mas essa grata notícia temos que a anotar com toda a classe de reservas.
Para desgraça, o Banco de Portugal não faz esquina com o banco Central dos Estados Unidos, nem com a Bolsa de Nova Iorque.
O amanhecer económico todavia não se vê desde esta nossa janela e nem sequer cantam os galos que nos servem de despertador.
Assim como temos que estar preparados para o pior que pode vir, na segurança do que chegará, também convém permanecer num estado de alerta para receber dignamente os bons tempos.

Tanto a Alemanha como a França abandonaram a recessão.
São as duas locomotivas que segundo os economistas puxam a economia europeia e nós somos como o que acena com uma bandeirola para que possam passar os comboios, mas não devemos desanimar.
O que ocorre é que os favoráveis "idus” de Agosto nos saquearam de um dia para o outro.
Quando estávamos a falar da ampliação a 15.000 necessitados da nova prestação de 420 euros não se sabe quantos “idus” vão desfilar.
Pouco é pouco e sempre é melhor que nada, mas há muito pouca diferença entre ambas as coisas.

A partir do último vagão da fila, também se pode ver a nova paisagem.
Só que mais tarde do que os que viajam em primeira classe.
Noutros países assegura-se que a crise bateu no fundo, mas aqui vai continuar a “bater-nos nos tomates”, durante uma larga temporada.
Quando chegar a boa época, ou a menos má, teremos que nos perguntar se aprendemos alguma coisa com a má.
O nosso pecado, que jamais terá sido dos que não podíamos praticar, terá sido a avareza.
Por isso se rompeu o saco.
Se lograrmos remendá-lo não devemos deitar as suas doutrinas em saco roto.
.
Para desgraça, o Banco de Portugal não faz esquina com o banco Central dos Estados Unidos, nem com a Bolsa de Nova Iorque.
O amanhecer económico todavia não se vê desde esta nossa janela e nem sequer cantam os galos que nos servem de despertador.
Assim como temos que estar preparados para o pior que pode vir, na segurança do que chegará, também convém permanecer num estado de alerta para receber dignamente os bons tempos.

Tanto a Alemanha como a França abandonaram a recessão.
São as duas locomotivas que segundo os economistas puxam a economia europeia e nós somos como o que acena com uma bandeirola para que possam passar os comboios, mas não devemos desanimar.
O que ocorre é que os favoráveis "idus” de Agosto nos saquearam de um dia para o outro.
Quando estávamos a falar da ampliação a 15.000 necessitados da nova prestação de 420 euros não se sabe quantos “idus” vão desfilar.
Pouco é pouco e sempre é melhor que nada, mas há muito pouca diferença entre ambas as coisas.

A partir do último vagão da fila, também se pode ver a nova paisagem.
Só que mais tarde do que os que viajam em primeira classe.
Noutros países assegura-se que a crise bateu no fundo, mas aqui vai continuar a “bater-nos nos tomates”, durante uma larga temporada.
Quando chegar a boa época, ou a menos má, teremos que nos perguntar se aprendemos alguma coisa com a má.
O nosso pecado, que jamais terá sido dos que não podíamos praticar, terá sido a avareza.
Por isso se rompeu o saco.
Se lograrmos remendá-lo não devemos deitar as suas doutrinas em saco roto.
.
Sem comentários:
Enviar um comentário