Teve uma grande intuição aquele caval(h)eiró que se despediu da sua mulher, dizendo-lhe: “Adeus querida, vou prá guerra dos 30 anos”.
Todos os afrontamentos sabe-se quando começam, mas ao princípio não se pode saber quando terminam.
Lembro-me do meu avô dizer que “as guerras civis, duram um século”.
Se for verdade, já falta pouco.
Só cerca de vinte e tal anos, que é uma idade muito apropriada para que muita gente que trabalhou, “como biscate”, fazendo figura de figurante naquela película de horror, não tivesse voltado para casa.
Agora que se recorda a mais atroz guerra, à escala mundial, (faz cerca de 360 anos), nos arredores de Madrid, num bairro residencial de luxo denominado Pozuelo, foi ensaiada a “guerra das três horas”.
Seria uma maneira de festejar o primeiro dia das festas, onde "só" houve 20 detidos e dez polícias feridos”.
Dezenas, de energúmenos, digo, jovens que estiveram a fazer o que se denomina em Espanha, “botellón”, (beber até vir por fora, como digo eu), enfrentaram a polícia anti-motins e trataram de assaltar a esquadra.
O mais curioso no meio disto tudo é os jovens irem para uma festa e em vez de tentarem umas festas, transportem consigo, correntes de bicicleta e tacos ou bastões de beisebol.
Talvez a prévia atitude agressiva seja uma forma de neurose, como a intimidação, o terror, ou qualquer outro tipo de ameaça.
“Esta noite a minha guitarra/ronda os bairros pobres/quem se meter com ela/leva porrada do meu – sombrero -”, diz uma copla popular espanhola, composta por alguém do povo disposto a lutar.
Mas aquele bairro, Posuelo, é um bairro de luxo, o município mais rico de toda a Espanha.
Por que se produziu ali essa guerrilha de três horas?
O álcool é supostamente muito influente.
Sobretudo o mau, mas temos que nos interrogar se o “botellón” não será um escape para o descontentamento.
Estamos muito perto de Espanha e os nossos jovens são idênticos.
Os psicólogos deverão consultar as estatísticas do desemprego juvenil.
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Todos os afrontamentos sabe-se quando começam, mas ao princípio não se pode saber quando terminam.
Lembro-me do meu avô dizer que “as guerras civis, duram um século”.
Se for verdade, já falta pouco.
Só cerca de vinte e tal anos, que é uma idade muito apropriada para que muita gente que trabalhou, “como biscate”, fazendo figura de figurante naquela película de horror, não tivesse voltado para casa.
Agora que se recorda a mais atroz guerra, à escala mundial, (faz cerca de 360 anos), nos arredores de Madrid, num bairro residencial de luxo denominado Pozuelo, foi ensaiada a “guerra das três horas”.
Seria uma maneira de festejar o primeiro dia das festas, onde "só" houve 20 detidos e dez polícias feridos”.
Dezenas, de energúmenos, digo, jovens que estiveram a fazer o que se denomina em Espanha, “botellón”, (beber até vir por fora, como digo eu), enfrentaram a polícia anti-motins e trataram de assaltar a esquadra.
O mais curioso no meio disto tudo é os jovens irem para uma festa e em vez de tentarem umas festas, transportem consigo, correntes de bicicleta e tacos ou bastões de beisebol.
Talvez a prévia atitude agressiva seja uma forma de neurose, como a intimidação, o terror, ou qualquer outro tipo de ameaça.
“Esta noite a minha guitarra/ronda os bairros pobres/quem se meter com ela/leva porrada do meu – sombrero -”, diz uma copla popular espanhola, composta por alguém do povo disposto a lutar.
Mas aquele bairro, Posuelo, é um bairro de luxo, o município mais rico de toda a Espanha.
Campanha alemã para desestimular o abuso de álcool entre os jovens mostra situações "antes" e "depois"
Por que se produziu ali essa guerrilha de três horas?
O álcool é supostamente muito influente.
Sobretudo o mau, mas temos que nos interrogar se o “botellón” não será um escape para o descontentamento.
Estamos muito perto de Espanha e os nossos jovens são idênticos.
Os psicólogos deverão consultar as estatísticas do desemprego juvenil.
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2 comentários:
Não há nada melhor que uma guerra com a bófia. Ó que saudades.
Táxi Pluvioso
No meu tempo eram mais "brutus" e até usavam canhões de água vermelha para nos marcarem.
Depois, qualquer um fervilhava o casse-tete nas costas do povo indefeso, (nem todo).
Em 1959, nas presidenciais, assisti e vi as tripas dum polícia.
Foi na esquina dos Largo dos Lóios com a R. das Carmelitas.
O casse-tete caiu murcho na calçada ...
"Bons" velhos tempos ...
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