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Volta e meia e ainda não sei bem porquê, encontro-me metido na
típica conversação em que eles e elas se questionam com a absurda pergunta de
que se o tamanho importa.
Comprovado, a primeira reacção que temos das
“garotas” é olharem entre elas e dizer:
Sim, sim importa.
Mas não é só o que
estás a pensar, não… porque o curioso sobre este assunto é que todo o mundo
pensa sempre no tamanho do mesmo.
Eles porque se lhes encolhe as entrepernas ao
falar do tema e a elas porque lhes produz exactamente o efeito contrário.
Ou é
que não importa o tamanho de um traseiro?
Ou o tamanho de uns “peitorais” da
que leva a blusa a ponto de explodir pelos botões?
Ou o tamanho dos seus olhos?
Ou o tamanho das barrigas de cerveja?
Ou o comprimento do meu cabelo?
Ou o
tamanho da sua carteira?
Ou o tamanho do seu coração?
Pois claro que importa;
não faço a mínima ideia de quem disse que não, suponho que terá sido algum
erudito que tentava justificar algo que a natureza lhe negou.
E se não, perguntem-lhe
a ele, se as portas não se fizeram para lhe cortar a passagem, nem as camas
para protege-lo aconchegadamente, nem os sapatos para calçar os seus enormes
pés.
Falando em enormes pés, recordo que há uns anos, numa patuscada na Corunha, o que mais mais me
chamou a atenção foi o grandioso desportista Fernando Romay, (2,13 m de altura e
56 de pé), aparte do seu imenso sorriso que contagiava alegria, foi quando
abraçou pela cintura uma loiraça (pertencia ao n/“grupo”) para posar diante do fotógrafo, e ela aflita…
necessitou das duas mãos para não tocar sem querer (talvez no que, lá no íntimo, quisesse tocar,
rsrsrs)… o que somente toca, quando toca.
Como término ou "fecho da braguilha", deixo aqui a minha opinião:
Tudo depende do
que vais fazer com a coisa em questão.
No meu lugar de garagem que pertence à minha fracção, não cabe um carro grande, por isso só posso comprar carros pequenos…
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